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Revista de Imprensa

Comentário semanal do vice-presidente do PSD Salvador Malheiro aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 22 Fev. 2021

Numa semana em que os políticos voltam a ouvir os cientistas no Infarmed e em que a renovação, ou não, do Estado de Emergência volta a estar em cima da mesa, este não poderia deixar de ser o ponto de partida para mais um comentário semanal de Salvador Malheiro, dirigente nacional do PSD, na revista de imprensa da Rádio Campanário.

O confinamento está a resultar, o número de novas infeções e de óbitos está em queda e a pressão sobre os hospitais está a diminuir. Entramos, por isso, num “período crítico”, considera Salvador Malheiro. Crítico porque as pessoas estão saturadas de estar em casa, a economia está a sofrer muito com esta paragem e a pedir para que se comece a abrir e ao olharmos para trás “vemos que foram cometidos erros, como os desconfinamentos sem grande preparação nem planeamento”, diz o dirigente social democrata, para concluir que “sendo este o momento de se começar a pensar em alguns sinais de abertura”, a mesma “tem de ser feita com muito cautela, pelo que, a renovação do Estado de Emergência será inevitável.”

E se a Ministra Mariana Vieira da Silva reafirma o que o seu colega com a pasta da educação já havia dito - o desconfinamento tem de começar pelas escolas -, também aí Salvador Malheiro recomenda “muita cautela” e diz que só devemos ir por esse caminho “se os cientistas derem garantia de que podemos ir por aí”.

Há uma semana foi anunciado ao país uma nova estratégia de testes à covid-19 que alarga a testagem e torna os rastreios mais abrangentes. Hoje o jornal Observador, dá conta de que de acordo com os dados da Direção Geral de Saúde a testagem da última semana caiu para metade da que foi realizada em janeiro no pico da pandemia. “É uma daquelas discrepâncias entre o que é a propaganda e o que realmente acontece no terreno e a que já estamos habituados”, diz Salvador Malheiro.

Algo parecido, para o social democrata, com o que acontece com o plano de Recuperação e Resiliência, em relação ao qual “foi criada uma grande expetativa que agora não corresponde à realidade. As verbas ainda não começaram a chegar como anunciado nem a concordância de Bruxelas ao nosso plano será tão fácil como nos foi comunicado”, concretiza. Sobre o conteúdo do plano, Salvador Malheiro diz que “não tem uma visão estratégica para o país, não incorpora as verdadeiras reformas estruturais que o país precisa e, pior do que isso, concentra grande parte dos esforços no Estado, faltando medidas de apoio às empresas, o grande motor da nossa economia”.   “Este devia ser o plano para projetar o país nos próximos dez anos, para implementar as reformas estruturais que precisamos. Lamento, por isso, que tenha havido um tratamento fechado deste dossiê e, sobretudo, sem visão estratégica para o país, o que era absolutamente decisivo”, conclui Salvador Malheiro.

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