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Comentário semanal do vice-presidente do PSD Salvador Malheiro aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 05 Abr. 2021

Na Revista de Imprensa de hoje, 05 de abril, o nosso comentador semanal Salvador Malheiro - vice presidente do PSD – começou por abordar a questão dos três diplomas de reforço aos apoios sociais, promulgados pelo Presidente da República e enviados pelo Governo para o Tribunal Constitucional.

Relativamente a esta matéria, Salvador Malheiro referiu “eu creio que é uma situação de enorme gravidade e nota-se uma querela, uma rutura entre o Governo e o Presidente da República, que não é nada boa para a estabilidade política num momento tão crítico como este.”

Salvador Malheiro referiu ainda que “o atual governo demonstra enorme respeito e consideração pela Assembleia da República quando lhe interessa, quando não lhe interessa as coisas já não são bem assim “sublinhando “neste momento, perante uma decisão da AR, o governo pretende sobrepor-se a essa mesma decisão.

O Vice-presidente do PSD destaca ainda que, em sede de discussão do orçamento, o governo sempre se mostrou muito receptivo a estes apoios sociais” reforçando que “o próprio Ministro das Finanças veio dizer “que esses 40 milhões de euros, vezes esses 3 ou 4 meses, podem ser acomodados em orçamento.”

Ainda sobre esta matéria, referiu que “eu acho que existe má vontade do governo e o que importa é que o dinheiro chegue ás pessoas.”

No que diz respeito a um dos diplomas promulgados e que diz se refere ao apoio atribuído ao pais de menores de 12 anos que estão a estudar em casa e que leva a que os pais estejam em teletrabalho, tendo regressado agora ao ensino presencial o 2º e 3º ciclo, esta questão deixa de ter aplicabilidade e cai, Salvador Malheiro referiu” é evidente. Uma coisa que foi dita e foi extrapolada pelo governo e que é já uma estratégia recorrente de que estamos perante uma bomba orçamental” acrescentando que há outras despesas não contempladas no orçamento e que vão ser pagas, nomeadamente a injeção no novo banco.”

Relativamente ao diploma que contempla o apoio social direcionado para os trabalhadores independentes, gerentes e empresários em nome individua e às declarações proferidas pela Ministra Ana Mendes Godinho de que existe uma assimetria entre os apoios, Salvador Malheiro disse “a Assembleia da República decidiu dar apoios e não retirar por isso tudo o resto cai por terra e o que o governo deve fazer é acomodar essa despesa.”

O vice-presidente do PSD, falou ainda sobre a mais recente sondagem publicada e que coloca o PS em alta e o PSD em baixa, com uma distância de 165 pontos para o PS,  Salvador Malheiro referiu “este é filme já visto, o PSD não é nada bom em sondagens” acrescentando ainda “as sondagens valem o que valem. Estamos a continuar a trabalhar no processo autárquico em que temos já cerca de 2/3 dos candidatos apresentados.”

Salvador Malheiro diz ainda “estamos a trabalhar com muita humildade e afinco para termos um bom resultado em outubro ou novembro, quando as eleições estiverem marcadas e não são as sondagens que nos vão desviar do foco e da determinação de continuar com o trabalho que nós consideramos certo.”

Por último o nosso comentador abordou a questão da segunda fase de desconfinamento que hoje se iniciou referindo “nós temos esse índice de transmissibilidade a crescer e já há indícios de que em Portugal Continental esse valor estará muito próximo de 1, sendo o valor que o governo apresentou como linha vermelha, de qualquer forma acho que é de aguardar.” Acrescentando que “o presente desconfinamento foi preparado com tempo, por isso vamos aguardar que esse índice não ultrapasse o valor de 1. Se isso acontecer pode trazer problemas para algumas zonas do país.

 

 

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