Comentário semanal do eurodeputado Nuno Melo aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 12 Dez. 2019

O eurodeputado Nuno Melo, eleito pelo CDS-PP, no seu comentário desta quinta-feira, dia 12 de dezembro, abordou aos microfones da Rádio Campanário a situação sobre os migrantes marroquinos que desembarcaram numa praia do Algarve, o anúncio do reforço orçamental no setor na saúde e ainda a moção, por si sobescrita, intitulada Direita Autêntica.

Relativamente aos migrantes, Nuno Melo considera que “temos de aplicar as leis de um estado de direito democrático”, explicando depois que “se as pessoas que chegam são migrantes, terão de ser resgatadas e depois terá de lhes ser aplicada a lei”.

Para o eurodeputado os migrantes “terão de regressar ao país de origem, ou poderão ficar por cá caso tenha autorização para isso”. Nuno Melo é taxativo e afirma que “aos refugiados aplica-se a lei dos refugiados, aos migrantes aplica-se a lei da migração”.

Naquilo que concerne ao anúncio do reforço do orçamento na área da saúde, Nuno Melo afirma que “o SNS precisa de investimento, encontra-se num estado de pré-colapso”, no entanto, “eu com este governo funciono como o São Tomé, é um governo que anuncia, mas depois não concretiza”.

O eurodeputado refere que “não tenho como saber em concreto qual a necessidade de investimento no SNS, por isso é prematuro dizer que o montante anunciado é suficiente”.

Nuno Melo refere que “existe muito investimento que é necessário, quer do ponto de vista das pessoas, quer do ponto de vista dos medicamentos e do equipamento”.

O eurodeputado relembra “que este governo recebeu uma divida estimada de 300 milhões de euros no SNS e agora essa mesma divida é de cerca de 2 mil milhões de euros”, acrescentando que “o SNS não pode sobreviver ás custas do calote alheio”.

Para Nuno Melo “temos um SNS que sobrevive na base de empresários que investem e pagam salários, mas que depois não recebem a contrapartida do Estado”, acrescentando ainda que “os cuidados paliativos são um direito, logo o Estado tem de investir nestas áreas”.

Instado pela RC a explicar o real significado da moção Direita Autêntica, Nuno Melo refere que “é um apelo a todos os candidatos, isto quando o partido está tão fracionado, para que as várias candidaturas se possam sentar e discutir aquilo que correu mal e tentarem encontrar soluções”, ou seja, “no fundo tentamos reduzir essas frações para que o próximo líder do CDS possa sair reforçado”.

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