Comentário semanal do eurodeputado Nuno Melo aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 24 Out. 2019

O eurodeputado Nuno Melo, eleito pelo CDS-PP, no seu comentário desta quinta-feira, dia 24 de outubro, abordou aos microfones da Rádio Campanário a Lei da Paridade, a constituição do novo Governo, a inclusão do deputado do Chega na bancada do CDS e ainda a questão do BREXIT.

Relativamente ao facto de existirem mais mulheres no topo das empresas, mas com pouco poder, o eurodeputado começa por referir que “tenho muitas dúvidas em relação a esses estudos”, acrescentando que “em muitas profissões relevantes da nossa sociedade as mulheres predominam por mérito próprio”.

Nuno Melo considera que “as mulheres normalmente estudam mais e são mais organizadas”, o que as leva a posições de topo, contrariando assim os dados avançados por alguns estudos que colocam em causa a Lei da Paridade.

Naquilo que concerne ao formato do novo Governo, o eurodeputado refere que “este governo expressa uma forma de vida que é o Estado como grande empregador”, acrescentando que “penso que na Europa não existam governos com 70 membros”.

O elevado número de Ministros e Secretários de Estado é “quase insano quando temos um país ainda com tantas dificuldades”. Nuno Melo afirma que “isto é uma loucura, veja o caso da Alemanha que é um país riquíssimo e com meia dúzia de ministros e secretários de estado governa o país”.

Em termos das alterações nos titulares das pastas, Nuno Melo considera que “Capoulas Santos era uma pessoa que sabia de agricultura, agora escolhe-se uma pessoa para a pasta que está envolvida em compras de milhões de oliveiras”. O eurodeputado refere ainda que “António Costa é o responsável pelo que se passa no Governo, é o primeiro dos ministros, portanto culpar o Ministério da Agricultura pelo que se passa no ordenamento da floresta é um absurdo”, em alusão a uma eventual não recondução de Capoulas Santos justificada por falta de medidas no ordenamento da floresta.

Em termos da inclusão do deputado do Chega na bancada do CDS, Nuno Melo começa por explicar que “a proposta da dita porta não é do CDS-PP é dos Verdes”, acrescentando ainda que “a proposta do elemento do Chega no meio da bancada do CDS é do Presidente da Assembleia da República”.

Para o eurodeputado “o CDS apenas se viu na contingência de ter uma pessoa de outro partido no meio da sua bancada parlamentar”, acrescentando que “isto é uma questão meramente logística e nunca partidária”.

Nuno Melo considera que “colocar o deputado do CHEGA no meio da bancada do CDS é quase provocatório”, referindo que “até para o próprio deputado do CHEGA é incómodo, certamente que ele prefere um outro lugar, próprio, onde não seja confundido com a bancada do CDS”.

O eurodeputado finalizou o seu comentário semanal aos nossos microfones abordando a temática do BREXIT, referindo que “Boris Johnson só pode sair a 31 de outubro se optar pela saída sem acordo”.

Na opinião de Nuno Melo “o que faria sentido era existir um referendo sobre este acordo, porque os Britânicos votaram sair ou entrar, mas nunca votaram as condições da saída”.

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