16 novembro, 2018
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Investigação a ministro Mário Centeno não tem “consistência”, diz Carlos Zorrinho no seu comentário semanal (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 30 janeiro, 2018

O eurodeputado Carlos Zorrinho no seu comentário semanal, habitualmente terça-feira mas realizado esta quarta-feira, dia 30 de Janeiro, começou por falar em torno das investigações na Celtejo, na sequência da poluição no Rio Tejo, dizendo que “é de facto uma forte quebra de responsabilidade ambiental”.

Na opinião do eurodeputado, “precisamos de ter um Estado mais preventivo”, embora considere que neste caso “a reação das autoridades foi notável”, sustenta que em questões ambientais “temos que ser capazes de prevenir”.

Questionado sobre a investigação a Mário Centeno no caso de “recebimento indevido de vantagens”, segundo a imprensa, no caso das idas ao Estádio da Luz, Carlos Zorrinho refere que “se a Justiça acha que há alguma coisa para investigar, que investigue tudo e haja uma abertura total para verificar tudo o que possa estar em jogo”.

Carlos Zorrinho refere que o ministro Mário Centeno “nem sequer tem essa tutela direta”, realçando que “ao ser arguido não está condenado de nada” (algo que o ministro admite que pode levar à sua demissão), motivo pelo qual afirma que “não faz qualquer sentido deixar a função”.

Na opinião do eurodeputado, quando questionado sobre repercussões no carde Mário Centeno na presidência do Eurogrupo, tudo isto “é um balão de vento e não vai dar nada”, justificando que aparenta ser “sem consistência”.

No que diz respeito aos helicópteros Kamov do Estado, parados para manutenção, Carlos Zorrinho diz que “na preparação do dispositivo para o próximo ano é preciso ter em conta que não estão, para já, operacionais”, algo que “compete aos técnicos”.

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