Comentário semanal do eurodeputado Nuno Melo aos microfones da Rádio Campanário (c/som)

Revista de Imprensa 09 Jan. 2020

O eurodeputado Nuno Melo, eleito pelo CDS-PP, no seu comentário desta quinta-feira, dia 9 de janeiro, abordou aos microfones da Rádio Campanário o debate sobre a aprovação do Orçamento do Estado e a tensão entre o Irão e os EUA.

Sobre a aprovação do orçamento, Nuno Melo, começa por referir que “António Costa é um primeiro ministro habilidoso, certamente que encontrará maneira de obter o voto que lhe falta para fazer passar o orçamento”

O eurodeputado considera que “tendo em conta que venceu as eleições parece-me normal que o documento seja aprovado, o que não significa que seja um bom orçamento”.

Para Nuno Melo “o facto de termos excedentes orçamentais e as contas em dia é sempre bom, desde que as pessoas não sofram com isso”, acrescentando “o que se passa no SNS é inclassificável, o desinvestimento é gritante”.

O eurodeputado refere que “os hospitais em Portugal vivem com medicamentos e equipamentos que o estado não paga, por outro lado faltam profissionais”.

Nuno Melo lembra que “temos um governo que dizia que o que importava eram as pessoas”, mas “na verdade obriga as pessoas a pagar uma carga de impostos indiretos completamente absurda”.

O eurodeputado afirma que o Orçamento do Estado “é manifestamente um orçamento de esquerda”.

Relativamente ás tensões entre o Irão e os EUA, Nuno Melo considera que “a guerra é algo sempre mau”, lembrando que “falamos de países onde a religião predomina sobre o próprio estado”.

O eurodeputado refere que “preocupa-me que países como o Irão possam obter a bomba nuclear, são países que caso a possuam não terão reservas na sua utilização”, acrescentando que “por outro lado as potencias ocidentais tem de perceber que se tratam de estados soberanos e conformarem-se com a sua atuação”.

Nuno Melo diz “falamos da morte de um general responsável pela morte de centenas de norte americanos”, o que “não justifica a ação dos EUA, mas talvez a proximidade ás eleições possa ter sido decisiva nesta tomada de posição”.

O eurodeputado considera que “Donald Trump governa pelo Twitter, mas a verdade é que neste momento os EUA reagem às ameaças externas”.

Na sua opinião “o Irão não é preocupante, se os EUA quiserem apagam-nos do mapa, e certamente que o Irão recuará, o que me preocupa são os aliados do Irão”, acrescentando que “uma coisa é um conflito com o Irão e outra coisa é um conflito que implique a intromissão da Rússia”.

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