“Legislação á pressa na Assembleia da República pode não ser a melhor forma de tratar o assunto”, diz António Costa da Silva sobre resposta do Governo ao trágico incêndio (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 26 junho, 2017

O deputado António Costa da Silva, eleito pelo círculo de Évora do PSD à Assembleia da República, no seu comentário desta segunda-feira, dia 26 de Junho, começou por falar sobre o incendio de Pedrógão Grande, dizendo que “importa perceber o que é que se passou ali”.

Segundo o Comentador da Rádio Campanário, os portugueses “querem respostas de tudo que ali se passou”, mencionando que “houve uma descoordenação total” e que, entre vários exemplos, referiu “o sistema de comunicações sem funcionar”.

Sobre o sistema de comunicações SIRESP, diz que em condições adversas “não funciona”, referindo que “em 2016 foi contratualizada uma parceria público-privada com um clausulado que não dá responsabilidades nenhumas á questão das entidades envolvidas no SIRESP”.

Para o deputado social-democrata, todas as questões devem ser apuradas de uma forma “objetiva” e não pode ser no sentido de “castigar o Governo”, sobre o qual refere a importância de “corrigir esta situação para que não se repitam”.

Referindo “um conjunto de entidades que têm responsabilidade nos diferentes territórios” e “linhas de comando previamente definidas”, António Costa da Silva acrescenta que “a questão é saber se essas linhas funcionaram ou não”.

Em torno de responsabilidades políticas diz que “o conjunto de legislação que está a ser apresentado um pouco á pressa na Assembleia da República pode não ser a melhor forma de tratar o assunto”.

António Costa da Silva diz que “há uma matéria que ninguém discute”, que “tem a ver com a lei dos herdeiros” e sobre a qual refere que ao não se querer vender “a floresta não é tratada”.

Questionado sobre as reuniões entre os sindicatos e os Estado onde o tema é a discussão da inclusão dos precários no Estado, e que segundo as notícias existem algumas discórdias, o Comentador da RC relembra que este é o Governo que mais precários tem contratado, indicando de seguida que a esquerda está a exigir ao Governo “a integração de todas essas pessoas”.

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