"Na política os lugares são efémeros, o importante agora é apoiar a cabeça de lista da distrital de Évora" (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 22 julho, 2019

O deputado António Costa da Silva, eleito pelo círculo de Évora do PSD à Assembleia da República, no seu comentário desta segunda-feira, dia 22 de julho de 2019, abordou aos microfones da Rádio Campanário as listas apresentadas pelo PSD no distrito de Évora, os resultados das sondagens para as eleições legislativas e ainda o flagelo dos incêndios que afetaram o país durante o fim de semana.

Relativamente ás listas apresentadas pelo PSD para distrito de Évora, onde não consta a sua recondução, António Costa da Silva considera que “é algo legítimo”, acrescentando que “o presidente do partido escolheu, está escolhido”.

O deputado acrescenta ainda que “não vou fazer comentários”, considerando que “qualquer coisa que diga poderia ser mal interpretada e fazer com que o PSD fosse prejudicado”.

Para o deputado o importante agora é “o partido empenhar-se em apoiar a Dra. Sónia Ramos como cabeça de lista” e tentar que “ela seja eleita”.

Questionado pela RC sobre se já estava à espera deste desfecho, António Costa da Silva refere que “na política temos de esperar tudo”, uma vez que na sua opinião “os lugares são efémeros”. O deputado acrescenta ainda que “a vida é feita de chegadas e de partidas, desta vez estou de partida”.

Aquando do agradecimento feito pelo seu empenho durante esta legislatura, o deputado refere a importância das rádios locais, considerando que “qualquer político deve prestar contas daquilo que faz”.

Relativamente aos resultados das sondagens, o deputado considera que “sondagens, são sondagens”, acrescentando que “um acontecimento pode modificar tudo”. Para António Costa da Silva “aquilo que hoje é a sondagem, pode não ser daqui por 1 mês”, lembrando as alterações que os resultados das europeias sofreram com o dossier dos professores.

O deputado não deixa de notar que “embora sendo sondagens, os resultados são preocupantes”, apontando que “este governo funciona bem ao nível da propaganda, embora na prática não faça nada”.

António Costa da Silva aponta que “este governo compromete-se e promete muito, mas pouco faz”, fazendo alusão ás noticias que 43% das medidas não se sabe o impacto que vão ter.

O deputado finalizou o seu comentário aos nossos microfones abordando o flagelo dos incêndios do último fim de semana. Para António Costa da Silva “é uma repetição daquilo que vivemos em Pedrogão faz dois anos”.

António Costa da Silva considera a “mão criminosa” como um dos principais fatores, apontando “não se resolveu o problema do ordenamento da nossa floresta”.

O deputado refere que “exigiu-se muito aos proprietários e pouco ou nada se fez nas questões do ordenamento florestal”, consideras de elevada importância pelo deputado.

A RC questionou António Costa da Silva sobre a justiça para estes criminosos, ao que o deputado considera que “após julgados e condenados deviam dar a conhecer esses rostos, para que fossem envergonhados”.

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