24 junho, 2019
Augusta Serrano
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Nuno Melo no seu comentário semanal falou sobre o pedido de ajuda de angola ao FMI e o caso “Panamá Papers”.“O facto de existirem portugueses titulares de offshore, não equivale a dizer que todos esses portugueses recorrem a atividades ilícitas” (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 07 abril, 2016

O eurodeputado Nuno Melo no seu comentário desta quinta-feira, dia 7 de abril, falou sobre o “Panamá papers”, um jornal irlandês que refere que existem mais de 11 milhões de documentos, envolvendo algumas grandes figuras internacionais, e em que o fisco promete mão pesada para quem esconde património.

O pedido de ajuda de Angola ao FMI pela segunda vez em sete anos, foi outro dos temas que mereceu a atenção de Nuno Melo.

O eurodeputado refere que “a crise angolana é um problema real que nos afeta e que ameaça mil empresas portuguesas. É evidente que no despoletar dessa mesma crise, o preço do petróleo e o modelo económico que está muito assente na sua produção e venda, tem um papel fundamental (…) é importante que esta crise seja superada”.

Sobre a informação avançada pelo “Panamá papers”, refere que é uma situação que não o surpreende, visto que, “o recurso ao offshore é legal, mas são usados muitas vezes como um expediente para depósitos que não são lícitos e entre outros, para que alguns consigam recorrer aquilo que é chamado de lavagem de dinheiro ou subtrair-se ao pagamento devido de impostos (…) o facto de existirem portugueses que serão titulares de offshore, não equivale a dizer que todos esses portugueses recorrem a atividades ilícitas”.  

     

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