O crescente endividamento das empresas e o futuro empresarial e o Fundo de Estabilização da Segurança Social destinado à reabilitação urbana, no comentário desta semana do eurodeputado Nuno Melo (c/som)

Revista de Imprensa 05 maio 2016

O eurodeputado Nuno Melo no seu comentário desta quinta-feira, dia 4 de maio, falou sobre o crescente endividamento das empresas portuguesas e o futuro do tecido empresarial. Pronunciando-se ainda sobre o montante do Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS) destinado à reabilitação urbana.

Nuno Melo, falou sobre o endividamente das empresas não financeiras portuguesas que permanecem a nível acima da média europeia representando cerca de 49% do ativo, expressando que “são as empresas que criam os postos de trabalho neste país como em todos os outros, não são propriamente os governos e quem disser o contrário como designadamente este governo diz, falta à verdade e o que as empresas precisam é que os Estados lhes dê condições de competitividade porque quanto mais riqueza gerarem mais capacidade de amortizar a dívida e de competitividade terão”.

Instado a tecer a sua opinão sobre a estabilidade do meio empresarial, o eurodeputado, referiu que “as empresas em geral precisam de um Estado que as ajude, não um Estado que complique”. Acrescentando que ”quando este partido que hoje governa decidiu, depois de garantir que ia baixar todos os impostos, afinal agravá-los, e em relação às empresas aumentar o custo da energia, aumentar o custo dos combustíveis que fica mais caro a um empresário português do que a um empresário espanhol, tendo depois nessa afirmação obvia por parte do tecido empresarial a declaração inenarrável de titulares de pastas do Governo dizendo que vão criar um regime diferenciado junto à fronteira para os empresários nacionais não terem que se deslocar a Espanha, esquecendo todos os outros empresários que não estão junto à fronteira mas que concorrem com estes, mostra o governo que navega absolutamente à vista”.

Destacando ainda que “a captação de capital estrangeiro acaba também por ser fundamental, mas o capital estrangeiro só vem e só se fixa, se Portugal for atrativo e não é com reversões em cima de reversões decididas por um Estado que basicamente não honra a palavra dada e rasga compromissos, que são assumidos pelo Estado e não são assumidos por partidos, que se consegue melhor captar esses investimentos estrangeiro”.

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