O crescimento do PIB, a entrevista a Jerónimo de Sousa e o aumento nas pensões mínimas, no comentário de Maria Helena Figueiredo no dia 18 de novembro (c/som)

Revista de Imprensa 18 Nov. 2016

A coordenadora Distrital de Évora do Bloco de Esquerda (BE), Maria Helena Figueiredo, no seu comentário desta sexta-feira, dia 18 de novembro, falou sobre o crescimento do PIB em 1,6%, a entrevista de Jerónimo de Sousa em que o líder do PCP diz que o BE desvaloriza o trabalho do PCP e que é muito difícil repetir o acordo com o PS e o aumento de seis euros nas pensões mínimas.

Sobre o crescimento do PIB em 1,6%, Maria Helena Figueiredo diz que espera que esta linha prossiga porque “demonstra que estamos certos e que aumentamos o consumo interno (…) e aumentando as exportações, em que o turismo aumentou bastante este verão e que esperamos que se mantenha estável e consolidado, este trajeto permitirá respirar com alguma folga e continuar com o percurso de recuperação de rendimentos dos trabalhadores (…)”.

Relativamente à entrevista a Jerónimo de Sousa, em que afirma que o BE desvaloriza o trabalho do PCP, a coordenadora Distrital de Évora do Bloco de Esquerda refere que não é uma critica justa porque “não somos nós que andamos a dizer que enquanto juntamos com o bico, outros arrastam com as patas e, portanto, não me parece que seja uma critica justa”.

Acrescenta que “não é comum ver declarações do Bloco a desvalorizar ou a criticar o PC”.

Maria Helena Figueiredo expressa que quanto à repetição do acordo, foi um acordo celebrado “em condições muito particulares e com objetivos muito específicos. O BE veio há poucos dias dizer que seria necessário aprofundar o acordo porque há componentes em que umas estão cumpridas, mas há outras que têm que ser aprofundadas, designadamente quanto às medidas que são necessárias para reativar o investimento público e que se prendem com a posição de Portugal face à divida e ao não pagamento dos juros (…)”.

No que diz respeito ao aumento de seis euros nas pensões mínimas, garante que o BE “até ao último minuto negoceia e não está nada fechado. As propostas de alteração do Orçamento têm que entrar até hoje, as negociações continuam. De qualquer forma a proposta do Governo era de aumento zero e neste momento temos um aumento de seis euros (…)”.

 

 

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