O crescimento económico de Portugal, as previsões dos economistas para a Zona Euro e mais dinheiro e poder para as câmaras, sugerido pelo PSD, no comentário de João Oliveira no dia 16 de novembro (c/som)

Revista de Imprensa 16 Nov. 2016

O deputado João Oliveira, eleito pelo círculo de Évora da CDU à Assembleia da República, no seu comentário desta quarta-feira, dia 16 de novembro, falou sobre Portugal ter o maior crescimento económico da Zona Euro no terceiro trimestre do ano, as previsões dos economistas que acreditam que 2017 será o ano de todos os perigos para o Euro, o desejo do PSD em querer alterações no Orçamento do Estado e mais poder e dinheiro para as câmaras e ainda o impasse na CGD.

Sobre Portugal ter o maior crescimento económico da Zona Euro no terceiro trimestre do ano, João Oliveira diz que “é uma noticia positiva para o nosso país”, embora não “devemos embandeirar em arco porque só no dia 30 é que o INE vai divulgar o relatório detalhado para que se possa perceber exatamente o que é que ultima este crescimento económico”, acrescentando que “o terceiro trimestre deste ano fica marcado por Portugal ter sido o país que mais cresceu em toda a União Europeia”, havendo as exportações e a recuperação significativa do mercado interno”, que contribuíram para que tal acontecesse (…).

Relativamente às previsões dos economistas que acreditam que 2017 será o ano de todos os perigos para o Euro, João Oliveira salienta a importância que a conjetura externa tem no nosso país. “Em todos os Orçamentos do Estado, há um elemento que o PCP sublinhava com importância e que era frequentemente desvalorizado por Governos, mas que neste contexto acaba por não poder ser desvalorizado por ninguém porque tem que ver com as variáveis que nós não controlamos (…)”.

No que diz respeito ao desejo do PSD em querer alterações no Orçamento do Estado e mais poder e dinheiro para as câmaras, o deputado diz que neste momento ainda não são conhecidas as propostas do PSD, mas “daquilo que já revelou, as propostas que irá apresentar não merecem grande credibilidade e correspondem a uma oposição apática e eleitoralista com os olhos postos nas eleições autárquicas, do que propriamente propostas que possam ser levadas a sério (…)”.

O impasse na Caixa Geral de Depósitos também foi comentado por João Oliveira, expressando que é uma situação que pode não ficar resolvida esta quinta-feira porque, “os prazos que a lei prevê dão ainda mais tempo para que esta questão possa ser clarificada (…)”.

 

 

    

 

 

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