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O inquérito parlamentar à Caixa Geral de Depósitos, a manifestação dos estivadores e a unidade de cuidados intensivos neonatais do Hospital de Évora, no comentário de Maria Helena Figueiredo no dia 17 de junho (c/som)

Revista de Imprensa 17 Jun. 2016

A Coordenadora Distrital de Évora do Bloco de Esquerda (BE), Maria Helena Figueiredo, no seu comentário desta sexta-feira, dia 17 de junho, falou sobre o inquérito parlamentar à Caixa Geral de Depósitos, a manifestação dos estivadores e a unidade de cuidados intensivos neonatais do Hospital de Évora.

Sobre o inquérito parlamentar à Caixa Geral de depósito, Maria Helena Figueiredo expressou que o Bloco de Esquerda tem defendido que tem que ser investigadas e apuradas responsabilidades relativamente à utilização e à conceção de créditos por parte da Caixa Geral de Depósitos ou das suas administrações ao longo dos anos e portanto não devemos ficar quietos. O que não significa que nós achemos que a via da comissão de inquérito protestativa pelo PSD seja a via boa. O BE tem defendido a realização de uma auditoria forense, porque essa sim vai permitir apurar todas as responsabilidades, os créditos mal parados e os créditos conseguidos indevidamente e não apenas relativamente a uma administração (…)”.

Relativamente à manifestação dos estivadores, a Coordenadora Distrital de Évora do Bloco de Esquerda refere que “o BE é claramente contra a precarização do trabalho. Houve um acordo de principio e sabemos que os acordos de principio às vezes são fáceis de alcançar, mas depois quando começamos a escrever o acordo e a por os termos concretos, é que as coisas se complicam e espero que este acordo chegue a bom porto, mas nós não podemos sustentar o mundo do trabalho alicerçado na precaridade, nem a segurança para os trabalhadores nos baixos salários (…)”.

No que diz respeito à unidade de cuidados intensivos neonatais do Hospital de Évora, Maria Helena Figueiredo espera que “o Governo considere devidamente os argumentos que o Alentejo tem apresentado. Foi feito um estudo, houve uma proposta encomendada pelo anterior Governo, de um grupo de trabalho que foi criado em 2012 e depois foi renovado o seu mandato em 2014 pelo anterior Governo para fazer uma proposta de rede nacional de saúde materna de crianças e adolescentes. Esse estudo e esse relatório está neste momento e até ao final do mês em consulta pública (…) não é Évora que está em causa, o que está em causa é a única unidade de neonatologia de todo o Alentejo (…)”.