O OE/2017, com o PCP e o BE a não abdicarem do aumento dos salários da Função Pública e das pensões e a vontade dos chineses adquirirem o Novo Banco, no comentário de Nuno Melo, no dia 13 de outubro (c/som)

Revista de Imprensa 13 Out. 2016

O eurodeputado Nuno Melo no seu comentário desta quinta-feira, dia 13 de outubro, falou sobre o Orçamento do Estado para 2017 em que o PCP e BE não abdicam da subida dos salários da Função Pública e do reforço das pensões mais baixas, o facto de a Função Pública ganhar 10% menos do que em 2010 e a vontade dos chineses ficarem com a maioria do capital do Novo Banco.

Sobre o Orçamento do Estado para 2017 em que o PCP e BE não abdicam da subida dos salários da Função Pública e do reforço das pensões mais baixas, Nuno Melo expressa que em relação às pretensões do BE e do PCP, “são pretensões que só por si dizem pouco, sendo que, quem as faz não diga como as paga e portanto não basta querer o aumento de pensões ou o aumento de salários, é preciso explicar onde é que há dinheiro para pagar, porque o dinheiro que nós temos para pagar é divida e a divida são impostos aumentados, não há milagres (…)”.

Relativamente  ao facto de a Função Pública ganhar 10% menos do que em 2010, Nuno Melo recorda o que António Costa disse durante a campanha eleitoral em que disse uma coisa e fez outra, que “perdeu as eleições mas conseguiu votos a prometer exatamente o contrário do que está a fazer”, acrescentando que “o António Costa foi tentar seduzir empresários chineses, que fazem, pela dimensão da riqueza, corar de vergonha o mais rico dos ricos em Portugal, sendo que em Portugal, ser rico é pecado (…)”.

No que concerne à vontade dos chineses ficarem com a maioria do capital do Novo Banco, o eurodeputado recorda a propósito dos vistos Gold, que António Costa disse em fevereiro de 2005 que “com ele os vistos Gold seriam direcionados para um fundo de capitalização das empresas porque o problema das empresas era a dificuldade de capitalização, e eu pergunto, onde é que pára esses fundo”, salientando que também criticou durante a campanha eleitoral, “a politica do Governo de coligação do PSD e do CDS, que só perspetivava um investimento que tinha que ver com a aquisição de empresas a privatizar, ou empresas no mercado, nas quais o Estado tinha algum capital ou empresários estrangeiros”, salientando que António Costa “foi à China para apelar ao investimento dos chineses, designadamente para a aquisição de bancos de que hoje o Estado se quer livrar e para dizer que quer alargar os vistos Gold que antes criticava, sendo que, em relação ao fundo de capitalização das empresas, nem uma silaba, e muita gente não se questiona sequer (…)”.

 

 

  

 

 

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