"O PCP revela que a 'geringonça' lhe tem custado muito caro" (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 13 junho, 2019

O eurodeputado Nuno Melo, eleito pelo CDS-PP, no seu comentário desta quinta-feira, dia 13 de junho, abordou aos microfones da Rádio Campanário as notícias de que o envelhecimento está a travar o crescimento da economia e as declarações de Jerónimo de Sousa em que revela que dificilmente estará disponível para um novo acordo com o partido socialista.

O envelhecimento está a travar o crescimento da economia, Nuno Melo considera que “o envelhecimento é uma coisa boa”, acrescentando que “o envelhecimento positivo é algo de salutar”. O eurodeputado considera que “o problema não é o envelhecimento, mas sim a baixa natalidade”.

Questionado pela RC sobre que medidas devem ser tomadas para aumentar a natalidade, Nuno Melo refere que “essa é a pergunta dos mil milhões de euros”. O eurodeputado refere que no caso português “as pessoas optam por fazer carreia e os filhos vêm numa fase mais tardia da vida”.

Nuno Melo considera que “o caminho deve ser conceder maiores facilidades ás pessoas, talvez até alguns benefícios fiscais”.

Relativamente ás declarações de Jerónimo de Sousa que refere que o PCP não será uma força pela negativa após as eleições, Nuno Melo considera que “o PCP tem notado que geringonça tem custado muito caro”. O eurodeputado refere que “o PCP tem vindo a perder alguns dos seus bastiões históricos, e agora veio a diminuir a sua votação.

Nuno Melo refere que “o PCP enquanto partido de protesto, ganha mais eleitoralmente do que enquanto partido de poder”, acrescentando que “um partido que quer ser forte nas autarquias” tem de reformular a sua postura”.

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