Palma Rita no seu comentário semanal fala sobre o corte de mil milhões exigido por Bruxelas, o acordo do BPI e a destituição de Dilma Roussef (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 18 abril, 2016

José Palma Rita, Vice-presidente da Comissão Política Distrital de Évora do PSD, no seu comentário desta segunda-feira, dia 18 de abril, falou sobre o corte de mil milhões exigido por Bruxelas ao Governo de Costa, a ruptura de Isabel dos Santos com o BPI e a destituição de Dilma Roussef.

O Vice-presidente da Comissão Política Distrital de Évora do PSD declarou que “o Governo anda a prometer tudo e mais alguma coisa, anda a reverter todas as medidas de corte de despesa e agora está numa embrulhada em que não sei como vai ser, portanto, a situação começa a complicar-se tendo em conta aquilo que tem sido a palavra política para manter o acordo à esquerda, dizendo que não cortará nem em salários, nem em pensões.” Acrescentando que “  o Governo terá necessariamente que equilibrar as contas e ao mesmo tempo equilibrar o acordo político que tem com a esquerda, duas medidas que são inconciliáveis.”

Questionado sobre as consequências da ruptura de Isabel dos Santos com o BPI, José Palma Rita assegura que “esta guerra fria que se irá arrastar por alguns meses, provocará a degradação das relações económicas entre Portugal e Angola.”

Instado a comentar sobre a fragilidade da Bolsa de Lisboa, Palma Rita, expressa que “ o BCP poderá ser o próximo banco a ser afectado, portanto, toda esta situação deixará os pequenos bancos expostos o que fará com que possam vir a ser adquiridos por preços simpáticos.”

José Palma Rita pronuncia-se sobre a traição de Dilma Roussef e Lula Silva perante o povo brasileiro referindo que “  estamos a falar de duas pessoas que prometeram àqueles que eram os menos priveligiados uma melhoria na qualidade de vida e um crescimento económico  e que depois de todas estas suspeitas de corrupção assinaram um claro divórcio entre o eleitorado e o Partido dos Trabalhadores, a situação encaminha-se para que o impeachment seja aprovado favoravelmente, ficaram assim sem margem de manobra.”

Relativamente a um possível sucessor de Dilma Roussef adianta que “ a democracia brasileira poderá já ter suficiente maturidade para aceitar soluções transitórias até que seja construída uma solução definitiva.”

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