08 Dez. 2019
Augusta Serrano;
Fadistices
20:00-21:00

"Primeiro chama a polícia de “bosta”, e depois vai à “bosta” da polícia pedir ajuda" (c/som)

Revista de Imprensa 31 Jan. 2019

O eurodeputado Nuno Melo, eleito pelo CDS-PP, no seu comentário desta quinta-feira, dia 31 de janeiro, começou por abordar as Declarações de Assunção Cristas sobre a maior necessidade de crescimento económico como alternativa a uma governação que oferece serviços públicos mínimos, a reposição de cortes efetuado pelo Governo PSD/CDS, a privatização dos CTT e as críticas a Mamadou Bá

Sobre as declarações de Assunção Cristas, líder do CDS/PP, Nuno Melo diz que “o CDS não faria o que os governos PS fizeram, ou seja, duplicaram a divida do estado”. “O que faríamos de diferente é desde logo não vender como possível aquilo que não é. Se reparar na medida em que as eleições se aproximam, o que temos é um governo que sabe das dificuldades do país, porque a dívida tem continuado a aumentar, temos um governo que faz propaganda todos os dias (…) a redução para as 35h da função pública é propaganda, pois precisam de votos”.       

Nuno Melo, considera que a reposição dos cortes por parte deste Governo “é o principal equívoco, este governo tem reposto os cortes que os Socialistas determinaram em 2011, os cortes do anterior governo não foram por decisão própria”.

Relativamente á privatização dos CTT, Nuno Melo considera que “a privatização dos CTT está no memorando da TROIKA, como medida imposta num acordo feito pelo Eng. Sócrates com a TROIKA. Este governo comunica bem, tem marketing como nenhum e convence as pessoas com disparates”.

O eurodeputado finalizou a sua intervenção semanal, abordando as críticas que teceu a Mamadou Bá, dizendo que “a expressão é livre, até para os disparates. Quando todos os dias os nossos polícias são obrigados a trabalhar nas condições que têm, sem meios e se referem a eles como “bosta da bófia” é simplesmente inqualificável”. Relativamente ás supostas ameaças de morte que terá sido alvo Mamadou Bá, Nuno Melo refere que “isso é conversa, aliás acho extraordinário que primeiro chama a polícia de “bosta”, e depois vá á “bosta” da polícia pedir ajuda resultante das suas próprias declarações. E o mais irónico é que a polícia, certamente, lhe dará essa ajuda. Convêm lembrar que a nossa história não é feita pelo BE, nem por associações pagas pelo BE”.     

 

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