21 outubro, 2019
Augusta Serrano
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Secretário-geral do PSD cometeu “erro que pelos vistos está comprovado”, diz António Costa da Silva no seu comentário semanal (c/som)

Publicado em Revista de Imprensa 19 março, 2018

O deputado António Costa da Silva, eleito pelo círculo de Évora do PSD à Assembleia da República, no seu comentário desta segunda-feira, dia 19 de Março, começou por falar sobre a demissão do secretário-geral da presidência social-democrata, referindo que “não houve nenhum esclarecimento que reforçasse aquilo que era a suposição”, levando à demissão que acaba por ser “compreensível”, acrescentou.

Para António Costa da Silva “infelizmente as situações que são mais mediáticas são os erros, não são as virtudes”, sustentando que “aqueles que têm uma vida normal ninguém lhes presta atenção”, sobre a qual reforça que “a comunicação social não anda todos os dias a olhar para os bons exemplos que existem na política”.

Ainda assim, o deputado social-democrata considera que “a grande maioria dos políticos, nos vários Partidos, tentam fazer os seu melhor”, indicando que “o problema é que olhamos para a árvore e não olhamos para a floresta”, reconhecendo que a política “por vezes é exercida por quem não a entendem como atividade nobre ou outras por asneiras”.

Neste caso específico, António Costa da Silva refere que “custa a perceber como algumas asneiras acontecem”, realçando que Feliciano Barreiras Duarte “não tem vantagem nenhuma, só se prejudicou”, caraterizando o como “um erro que pelos vistos está comprovado”.

Questionado sobre as recentes notícias que apontam a pouca margem que o Governo tem para negociar os descongelamentos de carreiras, direcionando a sua atenção para as infraestruturas e saúde, António Costa da Silva espera que se “recupere aquilo que perdeu fortemente, o investimento em áreas criticas”.

O Comentador da RC espera que “definitivamente haja investimento pública reforçado na saúde”, afirmando que o “investimento público deste Governo em 2016 foi o pior dos últimos 60 anos”, motivo pelo qual carateriza como uma “troika de esquerda”, não só na saúde como também “na educação, proteção civil, segurança e um conjunto de áreas”.

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