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Quatro mulheres, quatro histórias de vida inspiradoras no dia em que se celebra o Dia Internacional da Mulher

Celebra-se hoje, dia 8 de março, o Dia Internacional das Mulheres. A data celebra as muitas conquistas femininas ao longo dos últimos séculos, mas também serve como um alerta sobre os graves problemas de género que ainda persistem em todo o mundo. A sua história remonta ao dia 8 de março de 1957, data em que as trabalhadoras de uma indústria têxtil de Nova Iorque fizeram greve por melhores condições de trabalho e igualdades de direitos para as mulheres.

Em 1975, o dia 8 de março foi instituído como Dia Internacional das Mulheres, pelas Nações Unidas, uma data que é atualmente comemorada em mais de 100 países. Este ano a data é celebrada sob o lema “Para todas as mulheres e meninas: direitos, igualdade, empoderamento“.

A Rádio Campanário antecipou as comemorações deste dia e na “Hora do Café” desta sexta-feira, dia 7 de março, recebemos nos nossos estúdios quatro mulheres. Nesta conversa ficámos a conhecer diferentes percursos, diferentes histórias de vida mas todas elas com uma convição comum: Ainda há um longo caminho a percorrer rumo à valorização do papel da Mulher na Sociedade Portuguesa.

Rosália Vedor, mãe de dois filhos e avó de dois netos, é funcionária da Santa Casa da Misericórdia de Vila Viçosa há mais de 40 anos. Ao longo da sua vida foram muitos os papeis que teve que desempenhar. Foi mãe, hoje é avó mas apesar da sobrecarga recusou-se sempre a deixar a carreira que escolheu e que ama profundamente para trás.

Mónica Lobo, mãe de uma menina, formou-se na área social , onde desempenhou funções até hà cerca de 4 anos atrás. Assumiu em 2021 o desafio de entrar no mundo da Política, um mundo onde os homens dominam e onde as mulheres foam entrando, muito por conta da Lei da Paridade. É hoje Vereadora na Câmara de Vila Viçosa. Apesar do cargo que ocupa acredita que ainda muito há a mudar na nossa sociedade.

Margarida Ribeiro é Bombeira na Corporação dos Bombeiros de Vila Viçosa. Uma profissão onde os homens estão em maior número, orgulha-se de integrar um corpo de Bombeiros onde 25% já são mulheres. Destaca a resiliência como a qualidade imprescindível para que as mulheres se consigam afirmar em “territórios” maioritariamente dominados pelo sexto masculino.

Ana Ribeirinho Louro ingressou na Polícia de Segurança Pública ainda muito jovem. 41 anos dedicados a uma profissão onde nunca sentiu diferenças de tratamento por ser mulher. Ainda assim, acredita que mais importante que as profissões ou os percursos de vida escolhidos por cada mulher, o mais importante é mesmo, perante as adversidades, nunca desistirem dos seus sonhos e seguirem em frente.

Quatro histórias de vida inspiradoras para ouvir na íntegra AQUI:

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