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Queijo de Serpa quer passar a fronteira e ir ao encontro de novos mercados

A estratégia está definida. Para continuar a existir queijo de Serpa na mesa dos portugueses é preciso que os produtores consigam ir ao encontro do mercado atual.

TEXTO | Filipe Trindade

Quem o diz é Madalena Castelhano, representante da Associação de Produtores Queijo Serpa, estrutura que ambiciona levar esta iguaria mais longe no mapa, conquistando mercado no estrangeiro.

A aposta ganha especial relevo após a associação ter sido reconhecida oficialmente como a nova entidade gestora da Denominação de Origem Protegida (DOP) deste produto.

Conta-nos Madalena Castelhano que o atual caderno de especificações em vigor já tem mais de 30 anos e precisa de renovação. “Para além disso, estamos a trabalhar para começar a aparecer na mesa de outros países também”, confirma a mesma representante.

A funcionária da associação afirmou ainda que o novo caderno de especificações, que está em fase de aprovação, “permite proteger os produtores de leite do baixo Alentejo”, bem como “desenvolver novos tamanhos”.

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