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Roberto Grilo assume vice-presidência da CCDRA com “renovada esperança para o território”

Roberto Grilo foi indicado pelo Governo para exercer funções de vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDR Alentejo), tendo o seu nome sido validado pelo Conselho Regional deste organismo. A tomada de posse decorreu esta segunda-feira, juntamente com os restantes vice-presidentes — um eleito e os restantes nomeados pelo Executivo.

Em declarações à Rádio Campanário, o responsável, após a cerimónia de tomada de posse, afirmou encarar este novo mandato com um “sentimento de renovada esperança pela região”, sublinhando que, apesar do potencial do Alentejo, os atuais indicadores de riqueza gerada “não nos devem deixar satisfeitos”.

Roberto Grilo assume o cargo como uma oportunidade para reorganizar prioridades e reforçar a resposta às necessidades das populações e do território. O responsável defende uma abordagem estratégica orientada para resultados concretos, com impacto direto na qualidade de vida e na coesão regional.

O vice-presidente destacou ainda a dimensão e importância estratégica do Alentejo, a maior região do país em termos de área, salientando o papel estruturante da agricultura enquanto setor-chave para o desenvolvimento económico regional.

Licenciado em Economia pela Universidade de Évora, Roberto Grilo presidiu à CCDR Alentejo entre 2015 e 2020. Em 2025, assumiu funções como vice-presidente com o pelouro da Agricultura, reforçando o seu envolvimento direto nas políticas de desenvolvimento regional.

A renovação da função surge, assim, com um capital de experiência acumulada e conhecimento aprofundado das dinâmicas económicas e sociais do território.

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo desempenha um papel determinante na articulação de políticas públicas, na gestão de fundos comunitários e na promoção da coesão territorial. Num território marcado por desafios demográficos, económicos e sociais, a atuação da CCDR é fundamental para potenciar investimento, criar oportunidades e valorizar os recursos endógenos.

Num momento em que se fala de renovada esperança para o Alentejo, reforça-se a importância desta entidade enquanto motor de desenvolvimento sustentável, capaz de transformar estratégia em resultados concretos para as populações e para o futuro da região.

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