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Temporal que derrubou o muro de Estremoz justificava “alerta vermelho”

A convicção é de José Daniel Sádio, presidente da Câmara de Estremoz, quando confronta os dados de domingo, na tarde em que o muro da rua dos Fidalgos se desmuronou. O autarca fala num fenómeno extremo, com uma intensidade de chuva que apanhou todos desprevenidos.


“Recebi um alerta da Proteção Civil Distrital às 16.15 horas de domingo. Um aviso de alerta laranja, que reportava das 15.50 até às 19.00”, recorda o autarca, avançando que a própria Proteção Civil “não estava à espera.”

Mais: “Os dados das estações meteorológicas indicam que a quantidade de água que caiu naquela hora era suficiente para o estado de alerta vermelho”, disse esta quinta-feira José Daniel Sádio, à margem da assinatura do protocolo entre o Município, a Fundação Alentejo e a Fundação Convento da Orada com vista a “estabelecer os termos de cooperação entre as partes na promoção, valorização e dinamização do património cultural, histórico e social da região de Estremoz”. (Reportagem em breve)

O acordo contempla ainda o desenvolvimento de projetos conjuntos de interesse local e regional, nomeadamente os referentes ao Palacete do Rossio e à Olaria Alfacinha, sitos em Estremoz, além de outros que possam surgir.

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