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Tiros ameaçam recuperação do abutre-preto. Três aves atingidas

O abutre-preto é uma espécie protegida, sendo o abate ou a mesmo a perturbação desta ave um crime punível com pena de prisão até cinco anos. Ainda assim, a perseguição a esta espécie mantém-se como um grave fator de ameaça e mortalidade. Nos últimos meses, pelo menos três abutres-pretos nascidos em Portugal foram vítimas de tiro.

No seguimento do comunicado oficial do ICNF (Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas) relativo a um abutre-preto recentemente alvejado a tiro, gerou-se um movimento de repúdio e condenação por parte das autoridades e igualmente de associações de conservação da natureza e de entidades ligadas ao setor da caça, que não se reveem e “condenam este tipo de práticas criminosas”, segundo revelam.

A Associação Nacional de Proprietários Rurais Gestão Cinegética e Biodiversidade, a Federação Portuguesa de Caça e a Confederação Nacional dos Caçadores Portugueses aliaram-se à causa “na condenação e repúdio dos atos”.

“Os crimes contra espécies protegidas, independentemente das motivações, são condenáveis e devem ser os seus autores responsabilizados, para além de ser fundamental continuar a desenvolver esforços para prevenir e erradicar situações análogas”, dizem os subscritores do comunicado.

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