“A Associação de Futebol de Évora bateu no fundo com a direção de Amaro Camões”, diz atual presidente, António Pereira (c/som)

Publicado em Entrevistas 07 abril, 2015

O ex-presidente da Associação de Futebol de Évora (AFE), Amaro Camões denunciou na passada segunda-feira, 30 de março, diretores e suas famílias de realizaram viagens a Cabo Verde “claramente à conta da associação”.

Numa entrevista exclusiva à Rádio Campanário, Amaro Camões, que pediu a demissão do cargo, falou de situações graves no seio da Associação de Futebol de Évora, tendo nesse mesmo dia sido cancelada uma Assembleia-Geral que tinha como ponto único a sua destituição.  

Com esta situação, António Pereira passou a presidir a coletividade com uma grave situação entre mãos, lidar com as denúncias de Amaro Camões e esclarecer o desaparecimento das faturas da viagem, que segundo Amaro Camões, não se encontram na associação.

Foi para esclarecer este mau momento da coletividade eborense que a Rádio Campanário falou com o atual presidente, António Pereira. O responsável começou por dizer que as declarações de Amaro Camões “deviam ter sido proferidas na devida altura e no lugar certo”, ou seja no seio da AFE, “e a partir do momento em que pediu a exoneração do cargo, perde toda a credibilidade de falar sobre assuntos da associação”.

Questionado insistentemente sobre o pagamento das viagens a Cabo Verde, António Pereira escusou-se a responder de forma clara, dizendo apenas não acreditar que tenha sido a Associação de Futebol de Évora a arcar com o pagamento, “quase punha as mãos no lume em como não há nenhum cheque de 19 mil euros”, passado pela associação.

“As contas referentes a essa altura estão aprovadas, os sócios da associação sabem perfeitamente”, e caso exista a fatura em causa, a mesma “está na contabilidade e diz respeito à época 2013-2014”.

Instado sobre quem passava os cheques, António Pereira refere que é o presidente da direção e o vice-presidente para a área administrativa, “são as únicas duas pessoas que são autorizadas a emitir cheques”.   

O presidente da AFE diz ainda que “a Associação de Futebol bateu no fundo com a direção de Amaro Camões”, acrescentando que “há problemas muito urgentes a resolver e se houver alguma coisa a acrescentar ou a dizer é entre mim e os clubes em primeiro lugar, os clubes é que decidem se há necessidade de intervenção judicial perante a atuação do antigo presidente”.

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