Evora

Alunos da escola Gabriel Pereira em Évora "não estão confortáveis" sendo que "um terço da escola não está aquecida" diz Diretor do Agrupamento (C/Som)

Entrevistas 07 Jan. 2021

A Rádio Campanário esteve em entrevista hoje com o Diretor do Agrupamento de Escolas Gabriel Pereira de Évora, Dr. Fernando Martins, acerca das condições na sala de aula no estabelecimento face à presente situação pandémica e ao clima de baixas temperaturas no concelho.

"Nós nestes dia que estão temperaturas muito baixas, temos aqui um problema particular na Gabriel Pereira" sendo que, "um terço da escola não está aquecida, e dois terços está aquecida de forma moderada", revela o Diretor.

Em relação à prevenção de contágio do Covid-19 nas salas de aula da Escola Gabriel Pereira, o Dr. Fernando Martins revela que, “as portas e as janelas continuam abertas”, segundo as recomendações da DGS para a prevenção de contágio do novo coronavírus. No entanto, “o sistema de aquecimento centralizado está a funcionar com dificuldade.”

O contrato com a empresa que estava a fazer a manutenção terminou em dezembro, sendo que, continua, “não fomos oficialmente informados”. Assim, atualmente a escola não possui um técnico que assegure o comando e a centralização do aquecimento na escola, revela o Diretor.

O sistema de aquecimento do estabelecimento de ensino é composto por umas “serpentinas” distribuídas pelas salas de aula que são aquecidas através de uma caldeira. “Que bem regulada, pode produzir uma temperatura na sala de aula com algum conforto, pese a perda de energia fruto de as portas e das janelas estarem abertas,” esclarece o Fernando Martins.

Por via da falta de um técnico da empresa que faz a manutenção do sistema de aquecimento da escola, o Dr. Fernando Martins revela que, “há um dos pavilhões que a caldeira não está a funcionar”. “Temos dois pavilhões aquecidos moderadamente, mantendo as regras aconselhadas pela DGS, e temos um pavilhão que está completamente frio,” frisa.

Questionado acerca de queixas de frio por parte dos alunos, o Diretor confessa que, “sim, ainda ontem eu fui a algumas salas e de facto vê-se que, em alguns casos, os alunos não estão confortáveis, especialmente neste pavilhão.”

A situação está a ser resolvida, “mas, aproximadamente, um terço da escola não está aquecido, e dois terços está aquecida de forma moderada,” conclui o Diretor do Agrupamento.

A empresa de manutenção do aquecimento abriu um concurso, no entanto, Fernando Martins diz que, “não sei quanto tempo vai levar esse concurso.”

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