29 Nov. 2020
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Evora

“Belisco-me todos os dias. Um alentejano no Alentejo é como um peixe dentro de água “, diz Tenente Coronel Rogério Copeto (c/som)

Entrevistas 29 Out. 2020

Tal como a Rádio Campanário noticiou, O Tenente Coronel Rogério Copeto tomou, recentemente, posse enquanto 2º Comandante da Comando Territorial da GNR, Unidade de Évora, e também de Porta-voz do Comando.

Em entrevista exclusiva à Rádio Campanário, o Tenente Coronel adiantou-nos que “belisco-me todos os dias, porque estando um alentejano no Alentejo é como um peixe dentro de água “, manifestando assim a sua enorme satisfação por estar de regresso ao Alentejo.

Rogério Copeto diz ainda que “ apesar de ter assumido novas funções é para mim uma honra e um privilégio estar de regresso ao Alentejo ao fim de 5 anos, 7 meses e 5 dias”, realçando ter sido com muito gosto que aceitou o convite que lhe foi endereçado pelo Comando geral da Guarda Nacional Republicana.

Nas suas novas funções garante fazer o que sempre fez “ trabalhar em prol das populações que sirvo desde que ingressei na Guarda Nacional republicana em 1993, garantindo a sua segurança e a segurança do seu património.”

Relativamente à função de Porta Voz de comando, o Tenente Coronel considera-a “muito importante pois é necessário, em sua opinião, sair do quartel e estabelecer laços de comunicação com as populações.

Estar de regresso ao fim de todos estes anos e questionado sobre as diferenças que encontrou no Comando, assim como as exigências trazidas pela situação pandémica que o país atravessa, Rogério Copeto referiu que “a empatia e a proximidade criada com as populações durante 25 anos, através de programas como a Escola segura, ou programas desenvolvidos com os idosos, revelam-se agora uma mais valia enorme porque a Guarda Nacional Republicana está agora a recolher os frutos desse trabalho porque o conhecimento acumulado ao longo de todo este tempo, já existe.”

A nossa importância aumentou exponencialmente. Ninguém hoje consegue admitir a resolução de problemas vividos pelas populações sem a ajuda da Guarda Nacional republicana.”, adiantou ainda.

Relativamente ao papel que os militares da GNR assumem hoje perante a população, especialmente em situações difíceis como a que vivemos, Rogério Copeto assegura “ que hoje em dia os militares da GNR , junto dos grupos mais vulneráveis, são quase da família, são tratados pelo nome, e são enfermeiros, são psicólogos e são assistentes sociais. Fazemos um papel muito variado e que vai muito além do que é a nossa missão.”

No que diz respeito à existência de casos positivos de covid 19 no comando, o Tenente Coronel Rogério Copeto adiantou “existem alguns casos positivos mas não é nada preocupante ou que nos impeça de desenvolver a nossa missão. Tivemos focos aqui no comando que entretando já foram resolvidos. “

A farda não nos deixa imunes ao vírus, por isso cumprimos escrupulosamente as regras de segurança não deixando nunca de desenvolver a nossa missão”, referiu.


 

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