Evora

Évora: Sobre o novo Hosp. “estamos a fazer uma reprogramação para estender a candidatura na CCDRA para o valor global de 216 milhões” diz Sec. Est. Saúde (c/som)

Entrevistas 15 Set. 2020

Em janeiro de 2018, em Évora, no Conselho Regional da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento (CCDR) do Alentejo, o primeiro-ministro, António Costa, anunciou 49 milhões para as obras do novo Hospital Central do Alentejo.

Volvidos mais de dois anos, em abril deste ano, a Comissão Diretiva do Programa Operacional ALENTEJO 2020, tomou a primeira deliberação referente à aprovação da candidatura da Construção do Hospital Central do Alentejo - Consultas Externas, no montante de 40 milhões de euros, com apoio do FEDER.

A execução, assinalou a Comissão Diretiva do Alentejo 2020, deverá iniciar-se durante o ano de 2020, estando prevista a sua conclusão até final de 2023.

Este sábado, o Secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, esteve em Estremoz no Congresso da Federação Distrital de Évora do Partido Socialista.

Em declarações à Rádio Campanário, à margem do Congresso, sobre o Hospital Central do Alentejo conta que “é um compromisso que se mantém”.

O Secretário de Estado revela que “estamos a tentar estender essa candidatura [de 40 milhões] para o valor global do hospital que é de 216 milhões com equipamento ou de 185 milhões sem equipamento”.

No entanto, para que isso seja possível, terá de haver “uma reprogramação por parte da ARS [Administração Regional de Saúde] do Alentejo e é esse o trabalho e o esforço que estamos a fazer agora”.

Recorde-se que o novo Hospital Central do Alentejo, a construir na periferia de Évora, vai ter um edifício que ocupará uma área de 1,9 hectares e que terá uma lotação de 351 camas em quartos individuais.

Esta capacidade pode ser aumentada, em caso de necessidade, até 487 camas.

A futura unidade hospitalar vai dar resposta às necessidades de toda a população do Alentejo, com uma área de influência de primeira linha que abrange cerca de 200 mil pessoas e, numa segunda linha, mais de 500 mil pessoas.

A infraestrutura contará com 11 blocos operatórios, três dos quais para atividade convencional, seis para atividade de ambulatório e dois para atividade de urgência, cinco postos de pré-operatório e 43 postos de recobro.

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