"Se não fosse o empreendimento (Alqueva), não conhecíamos o que conhecemos hoje", diz Paulo Marques(Com Som)

Entrevistas 31 Jul. 2020

Foi inaugurada na passada quinta-feira, dia 30 de julho, no Castelo de Vila Viçosa, a exposição “Arqueologia nos novos caminhos da água”, que conta com a colaboração do Museu-Biblioteca da Fundação da Casa de Bragança, da EDIA e do Museu da Luz.

A exposição contém peças cedidas pela EDIA e que foram encontradas nas intervenções arqueológicas levadas a cabo no âmbito do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, aquando da sua construção.

Paulo Marques , Arqueólogo do Departamento de Impactos Ambientais e Patrimoniais da EDIA, em entrevista à Rádio Campanário, adiantou-nos que o "objetivo desta exposição itinerante é divulgar os projetos da edia por todo o Alentejo assim como deixar as populações orgulhosas do património existente."  

Realçou ainda que estas descobertas agora expostas "foram iniciadas nos anos 70, retomadas mais ou menos no ano de 1995 e em 1996 foram lançados os concursos que vieram a dar origem aos trabalhos efetivos no regolho na Barragem de Alqueva."Adiantou também que " as obras começarem em 1998 e terminarem em 2002, já com a Barragem a encher."

Esta exposição tem peças de várias épocas mas o Arqueólogo destaca sobretudo " a informação que consta nos painéis e que dá a entender qual a revolução prestada pelo empreendimento de fins múltiplos de Alqueva."

Luísa Pinto , Diretora do Departamento de Impactos Ambientais e Patrimoniais da EDIA, disse-nos também que "na arqueologia de salvaguarda, a Edia tem sido um verdadeiro motor de desenvolvimento e de iniciativa."

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