24 Jan. 2022
 
Rimas ao Sul
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A “arte e saber-fazer da calçada portuguesa” integra Inventário de Património Cultural Imaterial

Regional 25 Jul. 2021

A “arte e saber-fazer da calçada portuguesa” foi inscrita no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, quatro meses depois da abertura do processo, segundo anúncio publicado em Diário da República.

Com a proposta da Associação da Calçada Portuguesa, o processo de inventariação foi aberto no dia 09 de março deste ano. Dez dias depois, foi apresentada, em Lisboa, a candidatura da inscrição no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, transmitida ‘online’, pelo secretário-geral da Associação da Calçada Portuguesa, António Prôa, que começou por identificar as ameaças e as oportunidades com que a calçada portuguesa se depara.

A diminuição de mestres calceteiros, a falta de manutenção e a má construção, a forte concorrência de outro tipo de pavimentos e o declínio das indústrias extrativa e de transformação da pedra foram as principais ameaças identificadas.

A título de exemplo, António Prôa referiu que em 1927 existiam na cidade de Lisboa 400 calceteiros, enquanto em 2020 esse número era de apenas 18, sendo que só estavam 11 no ativo. O fraco reconhecimento social e remuneratório da profissão é a principal justificação para esta diminuição de calceteiros.

O também o deputado municipal de Lisboa admitiu, na altura, que o objetivo final será, a curto prazo, apresentar na Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO, na sigla em inglês) uma candidatura da calçada portuguesa a Património Cultural Imaterial da Humanidade, à semelhança daquilo que sucedeu com o fado.

Foto: O Turismo
Fonte: O atual

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