Alentejo

Alentejo com 15 Barragens abaixo dos 40% de armazenamento de Água. Lucifecit é a mais preocupante, veja aqui

Barragem do Lucifecit em Terena, concelho de Alandroal Barragem do Lucifecit em Terena, concelho de Alandroal RC
Regional 18 Set. 2019

No final do mês de setembro, as bacias hidroráficas do Alentejo voltaram a registar uma descida no volume armazenado, segundo dados do SNIRH- Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos.

A bacia do Sado apresenta os níveis mais baixos da região, com uma média de armazenamento de 28.1% (média 41,9%), seguindo-se o Guadiana na média dos 62.5% (anteriormente 75,3%), e a bacia do Mira não vai além dos 47.9%, quando a média em anos anteriores era de 71.9.

Em termos de barragens, na bacia do Sado existem nove albufeiras com menos de metade da sua capacidade de armazenamento, sendo a barragem do Monte da Rocha o caso mais grave, com apenas 8.8% de reserva de água, enquanto Campilhas se fixa noutros preocupantes 7.2%, Fonte Serne (29.2%), Monte Gato (32%), Monte Migueis (30.5%), Odivelas (28.9%), Pego do Altar (11%), Roxo (18.9%) e Vale do Gaio (18.8%). Na bacia do Sado apenas Alvito não se encontra em situação preocupante, com 69.9% de armazenamento.

Quanto ao Guadiana, os dias de crise pela falta de chuva atingem o Abrilongo (5.6%), Beliche (33.1%), Caia (15%), Lucefecit (4.8%), Monte Novo (22.9%), Odeleite (40.1%) e Vigia (10.2%). Nas restantes barragens da região, pela bacia do Guadiana, Alqueva está a 68.8 e Enxoé a 48.8%. Na bacia do Mira, Corte Brique está nos 44.7% e Santa Clara nos 49.7%.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera colocou o Alentejo entre a categoria de seca severa e seca extrema.

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