Alentejo

Alentejo registou “quebra de 50% no desemprego em 5 anos”, mas falta mão-de-obra para investimentos que surgem, diz delegado do IEFP (c/som)

Regional 26 Abr. 2019

Os números do desemprego no Alentejo têm vindo a diminuir, tendo a região registado a maior quebra homóloga do país no passado mês de março, de 17,7%.

Arnaldo Frade, delegado regional do Alentejo do IEFP (Instituto de Emprego e Formação Profissional), avança à RC que “há 5 anos, o número de desempregados rondava os 30 mil”, fixando-se agora “a menos de 16 mil desempregados na região Alentejo”.

Esta diminuição não resulta de medidas ativas, como formações, mas de “uma criação líquida de postos de trabalho”, defende.

“A região está a assimilar as pessoas que estavam no desemprego”
Arnaldo Frade

 

O dirigente aponta como “desafio” do Alentejo o facto de existirem “vários investimentos em vários setores de atividade”, para os quais a região não dispõe de “pessoas para fazer”.

Para dar resposta a este “problema”, defende a organização e entreajuda entre “as várias instituições que operam no território” e criar “postos de trabalho com qualidade”.

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