Vila Vicosa

Americanos procuram cada vez mais Vila Viçosa, mas “é uma pena o património estar tão fechado”, diz sócia-gerente do Hotel Marmòris (c/som)

Regional 09 Ago. 2019

Os números do Turismo na região Alentejo têm vindo a apresentar subidas consecutivas, e a RC falou com Maria Ana Alves, sócia-gerente do Alentejo Marmòris Hotel&Spa para perceber se o estabelecimento hoteleiro tem acompanhado este crescimento.

A dirigente afirma que a “taxa de ocupação vem sempre subindo ao longo dos meses”, surgindo agosto e setembro como os meses de maior ocupação.

Em julho, fixava-se nos 40%, aponta, o que é “uma taxa já muito razoável”.

“As nossas melhores taxas são sempre agosto e setembro”
Maria Ana Alves

 

No que concerne ao perfil do turista, avança que “tem vindo a ser sempre crescente a taxa de ocupação do estrangeiro”, com destaque para visitantes provenientes de Espanha, mas o turista “americano tem vindo sempre a subir de uma forma muito boa”.

A promoção do hotel é maioritariamente feita “através de plataformas e dos operadores turísticos”, sendo que têm resultado alterações à taxa que vão sendo feitas “para incentivar à venda do Marmòris”.

“O rei D. Manuel, quando fez o testamento, disse que deixava o património ao povo português”, mas em Vila Viçosa, a sua “vontade está muito aquém de ser realizada”
Maria Ana Alves

Questionada sobre o feedback recebido por parte dos turistas relativamente ao concelho e à região, declara que “a opinião é sempre muito positiva”, havendo clientes recorrentes, o que “é uma prova que gostam de estar”. Contudo, lamenta que “o património em Vila Viçosa esteja tão fechado, nomeadamente o património da Casa de Bragança” como a Tapada Real ou o Panteão dos Duques, cuja existência é inclusive desconhecida por muitos.

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