23 outubro, 2019
Augusta Serrano
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Elvas

“Aquilo que queremos é criar as condições para que efetivamente possam ter uma vida melhor.”, diz autarca de Elvas sobre cabazes alimentares (c/som)

Publicado em Regional 01 fevereiro, 2017

O Governo vai substituir o modelo de cantinas sociais pela distribuição de cabazes alimentares aos mais carenciados. Um estudo do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social permitiu caracterizar os beneficiários das cantinas sociais, perceber melhor a resposta e identificar as suas vantagens e desvantagens.

A Rádio Campanário falou com o Presidente da Câmara Municipal de Elvas, concelho onde esta medida, nada tem de novo, que diz “é verdade, quando nós alterámos a metodologia de dar a refeição a quem dela precisava, foi isso que teve por base, devolver dignidade às pessoas.” Nuno Mocinha explica que “se estava a perder aquilo que era a gestão familiar, do planeamento, do fazer das refeições. É muito mais cómodo ir buscar a refeição já feita, mas se temos miúdos eles deixam de saber como se confecionam e perdem-se hábitos alimentares ligados a isso.”

O autarca frisa que “na altura, fomos acusados de querer acabar com as refeições, pelo contrário, antes fornecíamos refeições a cerca de 200 pessoas, com a atitude da Câmara, começou a disponibilizar refeições a mais de 600 famílias, o saldo foi astronómico”.

Nuno Mocinha dá “os parabéns ao Governo” frisando, “como sempre, nós nunca devemos dar o peixe, devemos sim ensinar a pescar”.

O Edil salienta que também a Câmara Municipal “pensa nas pessoas, quando na última reunião de abriu a possibilidade de 94 pessoas poderem entrar para os quadros da Câmara. Aquilo que queremos é criar as condições para que efetivamente possam ter uma vida melhor.”

Com base num estudo do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social foi possível caracterizar os beneficiários das cantinas sociais, para melhor perceber as respostas e identificar as vantagens e desvantagens. Os beneficiários vão receber cabazes alimentares, que integram na sua composição carne, peixe e legumes congelados, com o objetivo de cobrir as suas necessidades nutricionais diárias em 50%.

A distribuição de alimentos, a nível social será feita através do Fundo Europeu de Auxílio às Pessoas Mais Carenciadas (FEAC) e irá beneficiar cerca de 60 mil pessoas.

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