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Reguengos de Monsaraz

Atraso na vindima “é normal” e “consequência do ano agrícola”, diz enóloga do Esporão (c/som)

Regional 24 Ago. 2018

A Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) prevê que as condições climatéricas verificadas este Verão, nomeadamente o escaldão registado no início de agosto, venham a obrigar a maioria dos viticultores a adiar o arranque das vindimas.

A Campanário falou com Sandra Alves, enóloga do Esporão (Reguengos de Monsaraz), onde o início da vindima está previsto para a última semana de agosto. Sobre a data, a enóloga afirma - “não considero um atraso, considero uma consequência do ano agrícola”.

Tendo em conta que primavera e o início de verão foram “bastante frescos”, com temperaturas inferiores às registadas no mesmo período de anos anteriores, “toda a fase de início de maturação se atrasou”. Esta situação já foi verificada em anos anteriores e “tem a ver com as temperaturas mais baixas”.

Pode-se falar em “atraso se compararmos com os primeiros anos desta década”, aponta.

“O grande escaldão, as temperaturas que se fizeram sentir […] obviamente que tiveram algum impacto nas nossas vinhas”, mas considera que “não tenha de alguma forma comprometido a qualidade da vinha”.

A área mais afetada foram as vinhas mais novas, mais sensíveis, contudo, as baixas temperaturas registadas anteriormente permitiram o desenvolvimento de “uma boa área folear” que protegeu as uvas.

A enóloga conclui, afirmando que “ainda é um bocadinho precoce para falar do que vai acontecer, a vindima só termina ao lavar dos cestos”.

 

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