Evora

Autarca de Évora desconhece soluções para abertura de escolas que “continuam a não ter os assistentes operacionais necessários” (c/som)

Publicado em Regional 18 outubro, 2018

A falta de assistentes operacionais, atrasou o arranque do ano letivo em várias escolas do concelho de Évora, deixando milhares de alunos sem aulas. Estas tiveram início cerca de uma semana depois do previsto, mas o problema da falta de 31 assistentes operacionais “não foi resolvido” afirma a esta estação emissora Carlos Pinto de Sá, presidente da Câmara Municipal de Évora.

O autarca aponta que os tetos e rácios que o Ministério da Educação “insiste em impor para a contratação máxima de funcionários”, “não contemplam a necessidade de trabalhadores para as escolas”.

Desta forma, “aparentemente, há normalidade porque as escolas abriram”, mas estas esta não existe de facto uma vez que estes estabelecimentos de ensino “estão a funcionar com grandes dificuldades, com problemas de segurança que nos preocupam e com atividades letivas que por vezes têm que ser fechadas”, acrescendo turmas de crianças com necessidades educativas especiais que “continuam a não ter os assistentes operacionais necessários”.

 “As escolas abriram, mas estão a funcionar com grandes dificuldades operacionais e de segurança”

 

Questionado sobre as alterações efetuadas na primeira semana que permitiram o arranque do ano letivo, o autarca diz que “porventura, terá sido questões de acerto relativamente a pessoal”, como aconteceu em anos anteriores. Assim, “as escolas abriram, mas com um número insuficiente de assistentes operacionais”.

Quando inquirido sobre as soluções encontradas para o arranque das aulas uma semana depois, verificando-se as mesmas condições que no início do ano, Carlos Pinto de Sá declara serem do seu desconhecimento, “porque foram as escolas que tomaram a decisão de abrir com número de funcionários insuficiente, de acordo com as indicações do Ministério”. O autarca considera que é sobre o Ministério que recai a responsabilidade, uma vez que o problema existente decorre “das orientações e imposições” por ele determinadas.

O Município considera que as condições atuais “não atingem os números de segurança e de operacionalidade que nós pensamos que as escolas devem ter”, conclui.

 

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