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Reguengos de Monsaraz

Autoridade de Saúde e S.Social indicaram que utentes,funcionários,administrativos e dirigentes do lar de Reguengos fossem vacinados

Autoridade de Saúde e S.Social indicaram que utentes,funcionários,administrativos e dirigentes do lar de Reguengos fossem vacinados Observador
Regional 22 Jan. 2021

A Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva, em Reguengos de Monsaraz, em nota enviada à nossa redação, veio hoje esclarecer que a Fundação, em obediência às indicações recebidas pelas autoridades de saúde e da  segurança social, indicou para serem vacinados todos os seus utentes de ERPI,  funcionários de apoio, administrativos, técnicos e dirigentes que têm contacto regular  directo com os utentes.  

A noite enviada pretende esclarecer a informacão hoje divulgada de que José Calixto, Presidente do Conselho de Administração, já foi vacionada contra a covid  19.

Leia aqui o comunicado na íntegra:

Informação  

 Vacinação Covid-19 na Estrutura Residencial Para Pessoas Idosas 

A Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva tem sido, desde o ano passado, vítima  de uma campanha que a realidade se tem encarregado de tragicamente demonstrar  ser difamatória.  

Depois de, infelizmente, se terem verificado no país centenas de surtos de Covid-19  em lares com uma taxa de letalidade avassaladora e de as instituições titulares dessas  estruturas se terem defrontado com as mesmas exatas dificuldades e contingências  ocorridas na Fundação, mesmo tendo estes surtos vindo a ocorrer depois da  experiência acumulada que não se verificava em Junho de 2020, seria de esperar a  reposição da verdade e da justiça quanto à Fundação reconhecendo-se que, tal como  todas as outras instituições, fez tudo o que era possível nas circunstâncias para salvar  vidas.  

E tão ou mais importante que reconhecer este esforço no passado, quer durante o  surto, quer na adoção de todas as medidas de salvaguarda da saúde e da vida dos seus  utentes e funcionários no pós-surto, como todas as autoridades do estado certificam  nas diversas visitas e auditorias, seria razoável esperar que o tratamento das questões  relativas à Fundação e aos seus dirigentes se pautasse já pela objetividade e,  sobretudo, pela verdade.  

Infelizmente ontem, dia 21 de janeiro de 2021, verificou-se mais um episódio dessa  perseguição ignóbil ao Presidente do Conselho de Administração da Fundação (e os  restantes diretores no desempenho de funções) a propósito do facto de ter sido  vacinado no quadro do Plano Nacional de Vacinação às Estruturas Residenciais para  Pessoas Idosas.  

A Fundação, em obediência às indicações recebidas pelas autoridades de saúde e da  segurança social, indicou para serem vacinados todos os seus utentes de ERPI,  funcionários de apoio, administrativos, técnicos e dirigentes que têm contacto regular  directo com os utentes.  

O critério recomendado pelas autoridades de saúde e consensualizado com a  Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) para definir o universo  a vacinar foi o do contacto próximo e regular com os utentes, sendo expressa a  necessidade de incluir os membros das direções das instituições que mantivessem  esse contacto próximo.  

Cita-se a informação da CNIS: 

 “A CNIS solicitou que fossem considerados para vacinação os membros da Direção da  Instituição que mais proximamente estão em relação com os utentes.” (Junta-se a  comunicação da CNIS).  

De acordo com esse entendimento e tanto quanto é do conhecimento da Fundação os  membros das Direções das Instituições em todo o país estão a ser vacinados nesta  fase. Pelo menos isso acontece na nossa região.  

No caso concreto da Fundação foi decidido seguir a recomendação da CNIS e submeter  a vacinação de todos os membros do Conselho de Administração em exercício regular  de funções, porque têm um contato regular, direto e próximo com os utentes.  

Tendo sofrido, como é por demais público, um surto com consequências sérias  entendeu-se ser de elementar cautela que todas as pessoas que têm esse contato  fossem vacinadas.  

O Dr. José Calixto, que exerce de forma voluntária o cargo de Presidente do Conselho  de Administração, no exercício dessas funções, acompanha de forma diária o trabalho  desenvolvido na Fundação e tem contacto com os seus utentes, pelo que a sua  vacinação, para além de corresponder ao determinado no Plano Nacional de Vacinação  das ERPI pelas autoridades de saúde e seguir a recomendação da CNIS, foi uma medida  exigida para salvaguarda da saúde e da vida dos utentes da Fundação.  

Assim, as afirmações constantes de reportagens de alguns meios de comunicação  social, segundos os quais o Dr. José Calixto teria sido vacinado contra a determinação  das autoridades de saúde procurando obter uma situação de privilégio injustificado  são falsas e gravemente prejudiciais para o bom nome, honra e consideração pessoal,  profissional e política do Presidente do Conselho de Administração da Fundação e para  a própria Fundação.  

A perseguição de que a Fundação e o Presidente do Conselho de Administração vêm  sendo vitimas, por constituírem atos ignóbeis no contexto da tragédia que assola o  país e o mundo, será, por isso, objeto das respostas adequadas nas instâncias  competentes que, não reparando o prejuízo já causado, reporão, pelo menos, a  verdade.  

Reguengos de Monsaraz, 22 de janeiro de 2021  

Conselho de Administração da Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva  "


 

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