Alentejo

Balanço “extremamente positivo” fica marcado pela “contratualização dos fundos da União Europeia”, diz a presidente da CIMAC à RC (c/som)

Publicado em Regional 05 setembro, 2017

(por: Augusta Serrano) A terminar um mandato de quatro anos enquanto presidente do concelho intermunicipal da CIMAC, Hortênsia Menino esteve à conversa com a Rádio Campanário, onde analisou o mandato.

Em declarações a esta estação emissora a presidente do concelho intermunicipal da CIMAC faz um balanço “extremamente positivo”, referindo que este mandato “foi marcado sobretudo, pela negociação do Pacto de Desenvolvimento e Coesão Territorial (PDCT)”.

Hortência Menino relembra que “a chamada, contratualização dos fundos da União Europeia” veio a ser feita de forma diferente dos anteriores quadros, em que neste caso, decorreu “em função de objetivos”.

Segundo a presidente da CIMAC, o trabalho entre os municípios e a perspetiva da intervenção e dimensão intermunicipal” teve “um peso crescente”, referindo que foi “necessário aprofundar este trabalho em conjunto com os municípios” de forma a garantir que o resultado final é “aquele que melhor servirá a nossa população”.

De acordo com as suas palavras, “aprofundamos a dimensão dos serviços partilhados”, acrescentando que tem vindo a ser trabalhado no sentido de “proporcionar novos serviços às nossas populações, como também a redução dos custos de intervenção dos municípios”, sobre o qual considera que “tem sido um aspeto extremamente positivo”.

“Foi um trabalho globalmente positivo”, afirmou Hortênsia Menino, indicando ainda que “respeitando aquilo que é a autonomia de cada município, valeu a pena este trabalho de aprofundamento e de discussão”, acrescentando que o Alentejo Central “ficou a ganhar com esta perspetiva de intervenção”.

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