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Beja

Beja: Céus do Alentejo sobrevoados por 40 "tigres" e na mira de mil militares

Regional 14 maio 2021

O "NATO Tiger Meet 21" termina hoje  e desenrolou-se na maior das cinco bases aéreas portuguesas, a BA11, em Beja, uma das maiores da Europa.

Este exercício contou com forças de outros seis países (EUA, França, Itália, Grécia, Polónia e a neutral Suíça) e mais de mil militares.

Foram canceladas as presenças espanhola, por imprevisto de última hora nos aparelhos designados, e holandesa, por suspeita de infeção com SARS-Cov-2 num dos efetivos. T

Conforme referido na página oficial da Força Aérea, o Nato Tiger Meet 2021 (NTM2021),  proporciona treino e qualificação das forças nacionais para ação conjunta em teatros de operação internacionais.

A edição deste ano, organizada pela Esquadra 301 – “Jaguares” da Força Aérea, teve início no passado dia 2 de maio, e contou com a presença de 9 esquadras de voo e  11 países aliados, respeitando as normas recomendadas pelas Autoridades Nacionais de Saúde.

A NATO Tiger Association foi criada em 1961 com o objetivo de promover a cooperação e solidariedade entre as Forças Aéreas da NATO. Desde que existe, o exercício NATO TIGER MEET conta com a participação de esquadras de voo que elegeram o “Tiger” como símbolo.

A ambição da Força Aérea é providenciar um produto operacional de excelência, onde as esquadras de voo possam adquirir novos conhecimentos, experiências e competências, enquanto treinam de uma forma segura e idónea. Faremos isso, executando operações aéreas multi-domínio, em cenários exigentes de dia e de noite, onde a interoperabilidade entre os diferentes meios e a integração de distintas capacidades será maximizado.

Além deste, a Força Aérea quer inovar – e preparar uma nova geração de pilotos – antecipando assim futuros desafios no panorama internacional. Queremos fazê-lo assumindo um papel de liderança dentro da comunidade, estimulando e dirigindo a integração de novas capacidades com os atuais sistemas de armas, assegurando com isso uma transição suave, mas consistente para plataformas de quinta geração.

Foto: Força Aérea Portuguesa