Vila Vicosa

Câmara de Vila Viçosa apresenta queixa de Inácio Esperança ao Ministério Público por alegada “intimidação” a funcionária (c/som)

Regional 27 Abr. 2017

A margem do programa “Boletim Informativo” transmitido por esta estação emissora no dia 21 de Abril, em assuntos antes da ordem do dia ocorreu “apenas um” avançou Ana Rocha, Vereadora da Câmara Municipal de Vila Viçosa.

Segundo a Vereadora um “incidente que terá ocorrido no período da manhã da passada quinta-feira (20 de Abril)” em que o vereador do MUC Inácio Esperança “alegadamente terá abordado uma funcionária da Câmara no sentido de lhe pedir que fosse ligada a luz do salão Nobre”.

Posteriormente terá sido comunicado ao Presidente da Câmara Municipal pela da funcionária interveniente que o vereador sem pelouros Inácio Esperança “terá, alegadamente, dirigido á funcionária de uma forma menos correta, intimidatória e com uma postura que não terá sido a aceitável”, e terá “alegadamente pegado no braço da funcionária no sentido de a conduzir ao local onde estava o interruptor”, acrescentou a vereadora já no final das suas declarações.

Quanto á funcionária, “terá respondido ao senhor Vereador que essa tarefa não fazia parte dos seus conteúdos funcionais” e “ter-se-á disponibilizado para chamar a funcionária de limpeza” para que a tarefa fosse concluída.

O assunto foi já apresentado em reunião de Câmara, ao qual Inácio Esperança “contrariou os factos”, no entanto foi deliberado que o assunto fosse encaminhado para os serviços jurídicos.

Inácio Esperança, vereador sem pelouros, veio agora a público falar com à Rádio Campanário em torno do sucedido e começou por afirmar “tudo isso é ficção”.

“Apenas fiz uma pergunta, quem é que ligava a luz do salão onde eu atendo os munícipes”, mencionou Inácio Esperança e segundo o mesmo “a funcionária respondeu-me que não estava no seu conteúdo funcional”, referindo também, “estamos a falar da funcionária Jacinta, que é secretária dos Vereadores ou do senhor Presidente”.

“Ao que parece a Câmara manda para Ministério Público, é mais um processo, dos tantos, que este senhor coloca a toda a gente só porque sim ou porque lhe apetece” mencionou o militante do MUC, referindo que aguardará “muito serenamente” e afirma ainda esperar que “dentro de pouco tempo este assunto esteja resolvido com a saída desse senhor da Câmara Municipal”.

Sobre o alegado toque no braço da funcionária diz, “toquei-lhe no braço porque a senhora se dirigiu a mim a cumprimentar-me” e terminou por dizer que “em primeiro, espero ser acusado, o que eu acho que não vai acontecer” e “vou-me defender com a verdade e tenho a testemunha do Vereador Viegas”, mencionando.

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