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Castro Verde

Centro de Negócios de Castro Verde atinge capacidade máxima em “plena crise económica”

Centro de Negócios de Castro Verde atinge capacidade máxima em “plena crise económica” Foto: Município de Castro Verde
Regional Escrito por  10 Nov. 2020

O IN Castro – Centro de Ideias e Negócios de Castro Verde atingiu a sua capacidade máxima de acolhimento físico de empresas, apesar da atual “crise económica” devido à pandemia, anunciou a Câmara Municipal.

O equipamento, inaugurado em 2015 e gerido pelo município local, conta de momento com 20 empresas instaladas, a que se juntam mais sete projetos empresariais com domiciliação virtual, revelou à Lusa David Marques, vice-presidente e responsável pelo Gabinete de Apoio ao Desenvolvimento desta autarquia do distrito de Beja.

Para o autarca alentejano, este “é um sinal muito positivo”, ainda mais por ser alcançado “em plena crise económica, fruto da pandemia” da COVID-19.

“Este marco resulta da aposta que o município fez nos últimos três anos de aprofundar e direcionar os esforços de atração de investimento e de empresas, que criem e fixem postos de trabalho e que, através do IN Castro, possam escolher Castro Verde como concelho de investimento”, disse.

A diversificação da base económica “é um dos principais desafios que se apresenta” ao município de Castro Verde e o IN Castro “representa uma mais-valia evidente”, “tanto para apoiar a criação e o teste de novas ideias de negócio como para acolher atividades e empresas já consolidadas”, acrescentou David Marques.

Segundo o vice-presidente da Câmara de Castro Verde, no IN Castro encontram-se “empresas muito diversas” e que vão da atividade editorial e livreira às áreas “da consultoria legal e fiscal, seguros, formação, mediação imobiliária, design e comunicação, serviços pessoais”, bem como consultoria especializada ligada “à indústria mineira e às energias renováveis”.

“Muitas das empresas iniciaram e desenvolveram o seu projeto [no IN Castro], desde a incubação da ideia à consolidação da empresa. No entanto, apostámos também na vertente de centro de empresas, o que permitiu atrair outras empresas, já existentes, e que podem localizar-se no IN Castro e assim beneficiar da centralidade de Castro Verde”, observou David Marques.

Apesar de ter a capacidade de acolhimento físico de empresas do IN Castro lotada, a Câmara de Castro Verde não tem nos planos um alargamento do espaço.

“A grande aposta do município é a infraestruturação da zona de atividades económicas (ZAE), projeto fundamental em toda a estratégia de afirmação e de dinamização económica do concelho” e que “permitirá atrair mais empresas e criar mais postos de trabalho no concelho”, garantiu David Marques.

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