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Coronavírus: UE apoia recuperação do setor do turismo

Regional 28 Abr. 2020

A Comissão Europeia apoia os Estados-Membros a enfrentar o impacto do coronavírus no setor do turismo. Numa videoconferência realizada ontem, os ministros da UE debateram as implicações do surto de coronavírus no setor do turismo, as medidas de atenuação e a estratégia de recuperação para o ecossistema do turismo, que é um dos mais prejudicados pela crise. A Comissão apresentou as medidas já tomadas para apoiar o setor, bem como o planeamento de uma resposta comum da UE para a recuperação do turismo. A este respeito, a Comissão irá propor medidas para continuar a ajudar o setor, antes da época de verão. Entre estas medidas, a Comissão está a ponderar a adoção de protocolos para orientar a exploração segura das infraestruturas turísticas em toda a UE. Os ministros da UE manifestaram o seu apoio a medidas adicionais e a uma coordenação reforçada a nível da UE. Os ministros convidaram a Comissão a trabalhar prioritariamente no sentido de uma abordagem comum da UE que facilite a liquidez e mantenha um equilíbrio justo de interesses entre os operadores turísticos e os consumidores.
(Desenvolvimento em mex_20_765 e discurso do comissário Breton)

Coronavírus: Comissão emite orientações para atenuar perturbações aos ensaios clínicos na UE
A Comissão Europeia publicou hoje orientações para garantir que os ensaios clínicos podem continuar a realizar-se na UE durante a pandemia de coronavírus. O objetivo é atenuar a perturbação da investigação clínica na Europa e, por conseguinte, os efeitos negativos da pandemia, sem comprometer a qualidade e a segurança. As principais recomendações das orientações abrangem a distribuição de medicamentos aos doentes em ensaios clínicos, a verificação à distância de dados em bruto e a comunicação com as autoridades.
(Desenvolvimento em IP_20_759 e em mex_20_765)

Quase 14 000 menores não acompanhados requereram asilo na UE em 2019
Em 2019, 13 795 requerentes de asilo que solicitaram proteção internacional nos 27 Estados-Membros da União Europeia foram considerados menores não acompanhados. Este valor representa uma redução de quase 20 % em relação a 2018 (16 800), prosseguindo a tendência decrescente que teve início após o pico em 2015 (92 000). Em 2019, a nível da UE, os menores não acompanhados representavam 7 % de todos os requerentes de asilo com menos de 18 anos. A maioria dos menores não acompanhados eram de sexo masculino (85 %). Dois terços tinham idades compreendidas entre os 16 e os 17 anos (9 200), enquanto os menores com idades compreendidas entre 14 e 15 anos representavam 22 % (3 100) e os menores de 14 anos representaram 11 % (1 500). Dois terços dos requerentes de asilo que foram considerados menores não acompanhados na UE em 2019 eram provenientes de seis países: Afeganistão (30 %), Síria e Paquistão (ambos 10 %), Somália, Guiné e Iraque (5 % cada). Grécia e Alemanha receberam a maioria destes pedidos. Em Portugal, houve 45 pedidos de menores não acompanhados, provenientes essencialmente da Guiné-Bissau, da Guiné e da República Democrática do Congo. Estas informações provêm do Eurostat, o Serviço de Estatística da União Europeia.

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