COVID-19: Brigadas de intervenção rápida arrancam amanhã com 339 profissionais

COVID-19: Brigadas de intervenção rápida arrancam amanhã com 339 profissionais Foto: LUSA
Regional 30 Set. 2020

As brigadas distritais de intervenção rápida de apoio a lares com surtos de COVID-19 estão prontas para começar na quinta-feira, garantiu o Instituto da Segurança Social, segundo o qual o apoio médico e de psicólogos faz-se consoante as necessidades.

De acordo com o Instituto de Segurança Social (ISS), as brigadas estão “constituídas em todos os distritos e começam já o seu trabalho a 01 de outubro”.

“Encontram-se nesta data integrados 216 ajudantes de ação direta, 27 auxiliares de serviços gerais, 56 enfermeiros, 20 médicos e 20 psicólogos”, adianta o ISS, o que totaliza 339 profissionais, apesar de a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, ter falado em cerca de 400 pessoas divididas pelas 18 brigadas (uma para cada distrito).

Nessa matéria, o ISS salienta que está ainda a ser feito o reforço das equipas de modo a “atingir o número de elementos previsto”, acrescentando que “o modelo adotado é o de prestação de apoio clínico disponibilizado por um parceiro de trabalho temporário”.

Especificamente em relação aos médicos e aos psicólogos, a intervenção será “on call”, ou seja, estão disponíveis não permanentemente, mas sempre que forem necessários.

O ISS explica também que estas brigadas são equipas multidisciplinares em que os recursos humanos serão “mobilizáveis em função das necessidades, pelo que a sua intervenção tem uma geometria variável, caso a caso”.

“Quando não há surtos, os recursos humanos estarão tendencialmente alocados a estruturas que necessitam de acompanhamento, ou em equipamentos onde recebem formação. Estas estruturas são indicadas pelo Centros Distritais de Segurança Social”, explica ainda a Segurança Social.

Estas brigadas distritais foram anunciadas a 04 de setembro pela ministra Ana Mendes Godinho, por ocasião da assinatura de um protocolo com a Cruz Vermelha Portuguesa, onde a governante explicou que o objetivo seria garantir uma resposta “pronta a intervir” no caso de as instituições ficarem sem pessoal devido a surtos graves de COVID-19.

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