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Alentejo

Dia do soldado desconhecido. Concelhos do Alentejo ergueram monumentos aos que morreram pela pátria.

Regional 28 Nov. 2020

Celebra-se hoje o Dia do Soldado Desconhecido.

Entende-se por Soldado Desconhecido, todos os Militares sem graduação, alistados no exército como voluntários ou recrutados, que foram mortos em combate e recolhidos nos cemitérios da I Grande Guerra Mudial de 1914 – 1918. Sepultados ou homenagiados sob um Monumento, os mártires têm grandes homenagens da maior solenidade e mais alto significado patriótico.

No Alentejo, existem alguns desses monumentos que relembram quem deu a vida pela Nação Portuguesa e que, mesmo sem nome, são relembrados neste dia.

Em Estremoz, o Monumento aos Mortos da Grande Guerra foi inaugurado em Setembro de 1941. É uma escultura da autoria de José Maria de Sá Lemos e que teve uma espera de 8 anos para ser concretizada. Foi projectada por C. José Coutinho em 1933.

Na capital do Alto Alentejo, encontramos no Rossio de S. Brás a escultura de João Silva que honra a memória dos combatentes eborenses. A obra foi erguida com a intenção de dar a Évora um marco histórico para as futuras gerações e onde se pode ler “Évora oferece aos filhos mortos pela pátria” (em Latim). O projecto nasceu de um grupo de militares e civis, entre os quais o General Óscar Carmona (posteriormente Presidente da República) que aliás inaugurou o Monumento em 4 de Junho de 1933.

Também no Largo General Humberto Delgado, em Montemor-o-Novo, podemos ver o Monumento aos Heróis da Grande Guerra da autoria de Francisco dos Santos inaugurado em Abril de 1923. Para além de conter os nomes dos soldados que perderam a vida na frente de batalha, tem inscrito o poema da autoria de Augusto Casimiro: “A vida à Pátria oferecemos, para dar-lhe mais alta vida. Que se a humilham, se é vencida, não somos vivos, morremos!... Morrer, viver, tanto monta, se a Pátria morre. O que vale é servi-la em desafronta, morrer tornando-a imortal!”

Em Reguengos de Monsaraz, ainda que com data de inauguração incógnita, fica um Monumento de homenagem aos militares combatentes que faleceram na guerra que contém uma laje com nomenclatura desses mesmos soldados que ali são relembrados, no Largo dos Combatentes.

No jardim da Escola Prática de Artilharia, em Vendas Novas, podemos visitar mais uma homenagem aos artilheiros tombados. Inaugurado no dia 5 de Junho de 1923, esta obra  não deixa esquecer tal feito da (nossa)História. 

São estas as variadas formas em que a região do Alentejo presta homenagem aos soldados que morreram a lutar pela sua pátria e que, nalguns casos, os corpos nunca foram identificados. São heróis anónimos com a sua memória honrada para sempre.

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