Alto Alentejo

Dispositivo de combate aos incêndios em Portalegre com menos um meio aéreo, mas mantém o número de bombeiros

Dispositivo de combate aos incêndios em Portalegre com menos um meio aéreo, mas mantém o número de bombeiros Imagem ilustrativa
Regional 13 maio 2020

O dispositivo de combate aos incêndios no distrito de Portalegre deste ano vai contar com menos um meio aéreo, mantendo no terreno as mesmas equipas de bombeiros em relação a 2019.

De acordo com a Agência Lusa, Rui Conchinha, responsável pelo Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Portalegre, referiu que “perdemos o helicóptero médio de ataque inicial que estava sediado no ano passado em Ponte de Sor. Este ano, por contingências estratégicas de âmbito nacional, esse helicóptero foi desativado”.

O responsável esclareceu ainda que "vamos contar com três meios aéreos em Ponte de Sor (dois aviões anfíbios e um de reconhecimento e avaliação) e um helicóptero de ataque inicial em Portalegre”.

Ainda na fase mais musculada de combate aos incêndios florestais, de 1 de julho a 30 de setembro, o distrito de Portalegre vai contar no seu dispositivo terrestre com 441 elementos, apoiados por 105 veículos.

Segundo a notícia da Lusa, o dispositivo conta ainda nesta fase com 25 equipas com 64 elementos da GNR, Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) e posto de vigia, e cinco equipas da PSP compostas por 10 operacionais.

No campo dos sapadores florestais, elementos do corpo nacional de agentes florestais, equipas municipais de intervenção florestal, brigadas da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) e da Associação dos Produtores Florestais da Região Ponte de Sor, vão estar no terreno 126 operacionais, distribuídos por 26 equipas

Ainda no período de nível IV, o DECIR no distrito de Portalegre vai contar com oito vigilantes da natureza divididos por quatro equipas e uma outra equipa com seis operacionais da AFOCELCA - Agrupamento Complementar de Empresas de Proteção Contra Incêndios.

Os meios disponíveis para a época de incêndios, que começa sexta-feira, são este ano reforçados em 3%, em relação a 2019, nomeadamente com mais guardas florestais e sapadores florestais e um dispositivo aéreo para quatro anos.

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