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Alentejo

Durante os protestos “a posição dos taxistas do Alentejo foi de solidariedade com o resto do país” (c/som)

Regional 27 Set. 2018

Terminado ontem o protesto contra “lei da Uber”, promovida pelas associações de táxis, a Campanário entrevistou Henrique Martins dos Santos, vogal da direção da ANTRAL, sobre a posição dos taxistas alentejanos e as perspetivas destes face à promessa do PS em passar a regulamentação do transporte de passageiros para autarquias.

O dirigente associativo refere que durante esta semana de protestos “a posição dos taxistas do Alentejo foi de solidariedade com o resto do país”, pelos quais “garantimos apenas os serviços mínimos, mas tudo o resto parou”.

“Todo este manifesto que nós fizemos foi apenas porque não tínhamos pé de igualdade”

Garantindo ainda a existência de paralisações no Alentejo, sendo que os taxistas “deslocaram-se, ou para Faro, onde a gente tinha um delegado, ou deslocavam-se aqui para Lisboa”, sendo exemplo disso os taxistas de Montemor-o-Novo ou Évora.

“Todo este manifesto que nós fizemos foi apenas porque não tínhamos pé de igualdade”, nem “lealdade entre as duas partes”, pois “enquanto que nós estamos sobrecarregados de contribuições, eles nada tinham” e “faziam o que queriam”, afirma Henrique Martins dos Santos.

E mesmo com a aprovação da nova lei, “não tínhamos qualquer hipótese de concorrência no mercado”, garante. Mas, “se nós realmente tivemos uma aproximação” entre as duas partes, “com certeza que a gente não tem problemas nenhuns com a concorrência”, até porque “como somos homens de trabalho e de luta, claro que não temos problema nenhum em concorrer com qualquer plataforma”, sublinha o dirigente da ANTRAL.

Questionado sobre se os taxistas alentejanos estão a ser prejudicados pelas plataformas digitais, Henrique Santos acredita que “ainda não estarão muito, mas com o tempo poderiam vir a estar”.

Contudo, com a promessa avançada pelo governo, o dirigente da associação de táxis considera que “haverá uma maior confiança por parte do sector”. Pois, ao serem as autarquias a gerir a regulamentação dos serviços de transporte, “haverá mais facilidade de os obrigarem também a terem obrigações, como nós”.

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