01 Out. 2020
Augusta Serrano;
Fadistices
20:00-21:00

Elvas: “Há normalidade aparente nas reuniões de câmara, continua a haver vereadores que não o fazendo por cima da mesa fazem-no por baixo da mesa e tem feito muito contrafogo e pressão psicológica e mental sobre o presidente da câmara”, diz Tiago Abreu

Regional 01 Out. 2014

“Quem pediu a demissão do presidente da Assembleia Municipal foi o CDS e o PSD, apresentaram um requerimento no sentido de que fosse demitido por voto que foi secreto. Na votação da destituição do cargo foram contabilizados 14 votos a seu favor e 12 contra e 1 voto em branco, o que quer dizer que houve bastantes socialistas que apoiaram e votaram contra a manutenção de Pedro Barrena como presidente da Assembleia Municipal”.

Foi assim que o vereador do CDS/PP na Câmara Municipal de Elvas, Tiago Abreu, reagiu quando instado a comentar o pedido de demissão de Pedro Barrena, presidente da Assembleia Municipal.

Tiago Abreu constata que esta votação “demonstra mais uma vez a divisão quase extremada de posições entre os apoiantes de Nuno Mocinha e de Rondão Almeida, e Pedro Barrena entendeu que numa atitude muito digna”, demitir-se.

O vereador sem pelouro na autarquia elvense refere que “as posições que (Pedro Barrena) tomou durante a crise da Câmara Municipal tomando partido claro por um dos lados, marcando assembleias municipais ilegais, marcando reuniões com o executivo ilegais, fazem-me obviamente pensar que não é um papel de bom presidente da Assembleia Municipal, que deve ser isento em todas as situações”.

Tiago Abreu fala ainda de Paulo Canhão, “uma pessoa que sempre tratou a oposição com um respeito enorme e sempre com isenção e portanto estou convencido que o nosso voto será entregue a ele, aguardamos se a fação Rondão Almeida apresenta uma alternativa ou se Paulo Canhão terá o apoio unanime ou quase unanime”.

Tiago Abreu diz que “há alguma normalidade aparente nas reuniões de câmara e no funcionamento da câmara mas é apenas aparente porque continuam a haver vereadores que não o fazendo por cima da mesa fazem-no por baixo da mesa e tem feito muito contrafogo e muita pressão até psicológica e mental sobre o próprio presidente da câmara”, indo mais longe, “a pressão está a ser muita e quando a pressão é muita tem que se ter umas costas muito largas e grande capacidade de encaixe, porque pela frente Rondão Almeida tem estado a favor de tudo mas antes de votar a favor de tudo diz muitas vezes mal do ponto, mas vota para não ser acusado de votar contra o partido, a verdade é que tem feito tudo para incomodar e prejudicar o doutor Nuno Mocinha enquanto presidente da câmara”.

O vereador realça a importância que o CDS teve na crise política instalada na Câmara Municipal de Elvas, “foi o partido que soube segurar um presidente de câmara, a nossa responsabilidade foi reconhecida pelos elvenses, sinto que há mais população elvense a estar com o projeto do CDS do que havia há um ano atrás e não tenho duvida nenhuma que a população já não está com Rondão Almeida”.   

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