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Beja

“Em colaboração com o Sr. Rui Nabeiro, digo-lhe as necessidades de material das instituições em Beja e tem sido uma ótima parceria” diz Isabel Balancho, Ass. Sol da Vida (c/som)

Regional 03 maio 2020

Em entrevista à RC, Isabel Balancho da Associação Sol da Vida, em Santo Aleixo, distrito de Beja, conta qual tem sido o trabalho por esta entidade em tempo da pandemia COVID-19.

Explica que devido à pandemia apenas se encontra a própria a trabalhar na associação, tentando dar resposta aos pedidos que são feitos. No entanto, conta com a ajuda de “amigos como o Rui Nabeiro e o Filipe La Féria e companhia” para conseguir dar resposta.

Estes pedidos são de material de proteção individual, como batas, viseiras e máscaras e provêm de várias entidades do distrito. “Tenho a minha nora no hospital de Beja com os doentes da COVID-19 e sabia mais ou menos o que era preciso. Depois as enfermeiras fizeram um vídeo a agradecerem o material e outras enfermeiras de outros locais que tinham necessidade começaram a contactar”.

Através da instituição já foi possível apoiar “a GNR em Beja, os Bombeiros de Barrancos, o Hospital de Beja, a Misericórdia de Mértola e os comerciantes de Santo Aleixo, a quem disse que ofereceria viseiras e que já estão todos preparados para atender o público”.

Revela que “temos tido uma rede de ajuda que tem sido muito boa e mim dá-me um certo prazer, porque gosto de praticar o bem”.

Conta que a capacidade de ajuda que têm tido é possível “principalmente pelo Sr. Rui Nabeiro” com quem fala com frequência sobre as necessidades que há de material e garante que esta “colaboração tem sido uma óptima ideia para Santo Aleixo”.

Relativamente a pedidos de bens alimentares, que são cada vez mais devido à situação em que está o país a viver, explica que não têm existido. Na freguesia de Santo Aleixo refere que há “uma família ou dias que sei que têm necessidade” mas que ainda não “chegámos a esse ponto”. Porém, prevê que com o passar do tempo se venham a sentir dificuldades na freguesia, mas que agora não as sentem pois devido a ser uma local isolado “estamos habituados a estar a vida inteira confinados”.

Conta que tenta sempre estar presente para as necessidades das pessoas da região através de telefonemas para dar coragem.

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