Embaixadora de Israel fala sobre os refugiados e diz que “é muito triste ver situações de guerra, não haver paz e o sofrimento da população” (c/som)

Regional 20 Jul. 2016

A quantidade de pessoas forçadas a abandonar suas casas por causa de guerras ou desastres naturais já ascende aos 65 milhões em todo o mundo.

Muitos saíram de condições deploráveis para enfrentarem no caminho muros, xenofobia e leis mais estritas contra a imigração.

Desde 2011, quando começou a guerra na Síria, o número tem vindo a aumentar de ano para ano, de acordo com as estatísticas do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).

Na passagem pelo Alentejo, a embaixadora de Israel, em Portugal há três anos, Tzipora Rimon, falou à Rádio Campanário, tendo sido questionada sobre este problema, numa altura em que a economia está em stress e não há investimento.

Tzipora Rimon referiu que “é muito triste ver situações de guerra, não haver paz e o sofrimento da população”, sendo importante o diálogo.

A embaixadora diz que Israel “ajuda um pouco os feridos da Síria que recebem um tratamento médico nos hospitais de Israel e voltam à Síria”.

Realça que é a parte em que Israel ajuda, “mas é muito triste e todo o mundo com a Comunidade Internacional, precisa de resolver este problema”.

Instada sobre se considera o formato adotado pela União Europeia é o modelo adequado para resolver o problema dos refugiados, a embaixadora diz que apesar de não ser uma expert na matéria, acredita que tudo será resolvido e haverá soluções para os refugiados”.

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