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Estremoz

Estremocense Rita Rato, ex-deputada comunista, vai dirigir o Museu do Aljube Resistência e Liberdade

Regional 09 Jul. 2020

Natural de Estremoz, distrito de Évora, a ex-deputada comunista Rita Rato Fonseca foi escolhida para dirigir o Museu do Aljube Resistência e Liberdade, em Lisboa, revelou a Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC).

Em comunicado, a EGEAC recorda que, na sequência da reforma do diretor do Museu do Aljube, Luís Farinha, ao qual dirigia desde a sua fundação, foi aberto, em abril, um processo de recrutamento para selecionar nova direção.

Este processo contou com diversas candidaturas e resultou na seleção de Rita Rato Fonseca, “que se destacou pelo projeto apresentado e pelo desempenho nas entrevistas realizadas com o júri”, indica a EGEAC. Rita Rato iniciará funções como diretora do Museu do Aljube Resistência e Liberdade no próximo dia 01 de agosto.

Nascida em Estremoz, em 1983, Rita Rato Fonseca é licenciada em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Nova de Lisboa. Foi deputada pelo PCP à Assembleia da República, entre 2009 e 2019, e fez parte, como coordenadora do Grupo Parlamentar, na Comissão de Educação, Ciência e Cultura (2011-2015).

O Museu do Aljube, inaugurado em abril de 2015, na antiga prisão da PIDE, é um dos equipamentos culturais do município de Lisboa, sob a alçada da EGEAC, e é dedicado à “memória do combate à ditadura e à resistência em prol da liberdade e da democracia”. Desde a instalação, o museu vindo a desenvolver projetos como a recolha de testemunhos de combatentes pela liberdade e de histórias de vida de muitos resistentes, para consulta pública e para memória futura dos crimes cometidos pela ditadura e os agentes que a sustentaram.

A partir da temática da sua coleção permanente, realizou variadas exposições temporárias, criou projetos com alunos e professores de escolas de diferentes graus de ensino

“Nesta nova etapa, pretende-se dar continuidade e consolidar as linhas de trabalho já assentes, bem como desenvolver novas linhas de ação complementares e captar novos públicos”, sublinha a EGEAC.

Fonte: Agência Lusa

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