Alentejo

Ex-presidente da ARSLVT e do INEM acusado de corrupção

Regional 08 Nov. 2019

A Polícia Judiciária reuniu provas suficientes para o Ministério Público acusar Luís Cunha Ribeiro, que já foi diretor do Hospital de São João, presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e do Vale do Tejo e do INEM, e Paulo Lalanda e Castro, administrador da Octapharma, dos crimes de corrupção e de branqueamento de capitais.

A investigação da Unidade Nacional de Combate à Corrupção ao chamado caso da "máfia do sangue" apurou que Lalanda e Castro montou um esquema de corrupção e branqueamento de capitais para conseguir ganhar uma posição de monopólio no mercado do plasma humano inativado e no fornecimento de derivados do sangue aos hospitais públicos. Há ainda uma médica e uma farmacêutica, ambas elementos de júris de concursos públicos e ligadas a instituições de hemofilia, suspeitas de corrupção. O processo tinha 12 arguidos, mas só sete foram acusados.

Luís Cunha Ribeiro é um dos dirigentes da administração pública corrompidos, segundo a investigação cuja conclusão foi esta sexta-feira anunciada em comunicado pela Procuradoria-Geral da República. As provas recolhidas sustentam uma acusação da prática de crimes de corrupção passiva, relativamente às vantagens obtidas ao longo do tempo, seja enquanto elemento que integrava os júris ou quando exercia funções no Hospital de São João, no INEM e na Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.

 

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